Pelo 2º ano consecutivo, a RE/MAX Plus celebra a chegada do verão com uma campanha exclusiva para os seus clientes. Sob o mote “Aproveite o verão para reduzir os custos de compra ou venda do seu imóvel”, a RE/MAX Plus oferece:

- PARA CLIENTES COMPRADORES: Um cheque de 500 Euros a todos os clientes que realizem Escritura ou Contrato Promessa de Compra e Venda até 30 de Setembro de 2009, de imóveis à venda na agência RE/MAX Plus.

- PARA CLIENTES VENDEDORES: As despesas relacionadas com a certificação energética, a novos clientes que decidam colocarem o seu imóvel em venda na agência RE/MAX Plus, durante os meses de Julho e Agosto, no caso de estes serem vendidos com a nossa intermediação.

Desta forma, pretendemos dar um pequeno contributo para a tomada de decisão na compra ou venda de um imóvel.

Aproveite esta oportunidade e, se tiver conhecimento de algum amigo ou familiar que pretenda vender ou comprar casa, agradecia que lhe desse o meu contacto.

Governo limita alteração de spreads nos empréstimos

A Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor vai levar a Conselho de Ministros um diploma para criar novas regras no crédito à habitação. O diploma limita, entre outros aspectos, a possibilidade de os bancos alterarem os spreads - a margem cobrada pelo banco, que é acrescida à taxa de juro, formando a taxa final.
A intervenção do secretário de Estado, Fernando Serrasqueiro, surge numa altura em que alguns bancos têm tentado compensar a descida das taxas de juro com uma subida de spreads. A sustentação baseia-se no facto de os clientes não estarem a cumprir algumas das cláusulas contratadas, como pagamentos de serviços ou subscrição de produtos financeiros. Para evitar essa situação, irá ser estabelecido o período um ano para a prescrição das condições inerentes à negociação.
O diploma inclui outra medida. Tal como tinha decidido para as amortizações dos empréstimos principais, a comissão de resgate total ou parcial dos empréstimos paralelos, associados ao crédito à habitação, é reduzida para 0,5 por cento para os empréstimos indexados à Euribor e dois por cento para a taxa fixa.
Alguns bancos estavam a limitar a aplicação do anterior diploma, aplicando aos empréstimos secundários taxas de amortização que em alguns casos chegam aos sete e oito por cento. Essa situação estava a limitar as amortizações e as transferências de empréstimos para outros bancos. O diploma vai, assim, alargar aos empréstimos paralelos - criados, por exemplo, para compensar o custo de obras - todo o regime do crédito à habitação desde que a garantia incida sobre o mesmo imóvel do crédito à habitação. O diploma irá ainda criar a taxa anual efectiva revista, que reflectirá o custo total de produtos associados ao crédito à habitação de forma a reduzir o spread.

Euribor a três meses cada vez mais perto de 1%

As taxas Euribor desceram hoje pela 19ª sessão consecutiva, com o indexante a três meses, um dos mais utilizados no crédito à habitação em Portugal, cada vez mais perto da taxa de juro de referência do Banco Central Europeu.
A Euribor três meses desceu 1,1 pontos base para 1,048%. Se continuar a continuar a este ritmo, este indexante irá quebrar em baixa a barreira de 1% nas próximas sessões, baixando do nível a que se encontra a taxa de juro de referência do BCE.
A Euribor seis meses desceu 0,9 pontos base para 1,268% e no prazo mais longo o indexante a 12 meses recuou 1,2 pontos base para 1,456%. No prazo mais curto a Euribor a 1 mês baixou 1,6 pontos base para 0,684%.
Esta é já a 19ª sessão consecutiva de quedas nas taxas Euribor, reflectindo sobretudo o leilão recorde de mais de 400 mil milhões de dólares que o BCE efectuou juntos de mais de mil bancos comerciais da Zona Euro.
Jean-Claude Trichet tem vindo a assinalar que o Banco Central Europeu deverá manter as taxas de juro inalteradas ao longo dos próximos meses, até que a economia dê sinais mais firmes de recuperação.

Crédito ao consumo: limite nas taxas de juros

A partir do dia 1 de Outubro os bancos e as instituições de crédito passam a estar sujeitos às taxas de usura definidas pelo Banco de Portugal (BdP). Cada contrato de crédito ao consumo terá um limite máximo nos juros cobrados aos clientes, refere o «Correio da Manhã».
Na prática, dando alguns exemplos, poderá haver um limite para os juros cobrados nos cartões de crédito, outro para os juros praticados nos financiamento para a compra de electrodomésticos e ainda outro para as contas-ordenado ou para o crédito automóvel. Cabe ao Banco de Portugal definir quais os tipos de financiamento para a compra de bens ou serviços que ficarão sujeitos ao tecto máximo e qual a taxa de juro máxima aplicada a cada um desses produtos.
João Fernandes, economista da DECO, acredita que «acabará por haver três ou quatro taxas de usura em que serão encaixados os diferentes tipos de crédito ao consumo», mas lembra que a lei «deixou tudo em aberto».
Fonte do Banco de Portugal disse ao CM que o regulador está ainda a estudar a forma como vai ser feita a tipificação dos contratos e a sua divulgação ao mercado e à Banca.
Ainda assim, a lista pode vir a ser tornada pública antes de 1 de Outubro, altura em que serão anunciadas as taxas máximas e entrarão em vigor os limites para os contratos assinados a partir dessa data.
Os contratos assinados segundo as novas regras do crédito ao consumo, que vigoram desde 1 de Julho, só contam para o cálculo da média das taxas praticadas.

RE/MAX com 14 novas Agências

A rede de mediação imobiliária RE/MAX assinou desde o início do ano 14 contratos para a abertura de novas agências em Portugal, o que corresponde a cerca de 70% do objectivo traçado para o ano 2009, informou a empresa em comunicado.
A RE/MAX terminou 2008 com 218 agências no mercado português, prevendo chegar ao fim deste ano com 235 unidades. No ano passado a rede foi responsável por 22 mil transacções, que geraram um volume total de vendas de 1,2 mil milhões de euros. Ao longo dos primeiros quatro meses de 2009 a RE/MAX intermediou mais de 7.600 transacções, com um volume de negócios associado de 350 milhões de euros.
“Não vamos interromper, nem abrandar, a nossa estratégia de expansão”, sublinha o presidente executivo da marca em Portugal, Manuel Alvarez. “Existe muito potencial de crescimento para a mediação profissional no mercado português e este é o momento de fortalecer a nossa liderança” acrescenta o mesmo responsável, citado em comunicado. As áreas preferenciais de expansão da empresa em Portugal são as regiões norte e centro do país, com destaque para as cidades de Coimbra, Leiria e Aveiro.
“Os momentos de maior retracção não significam que o negócio imobiliário esteja estagnado. Implicam, isso sim, que é necessário redefinir modelos, encontrar mecanismos de adaptação às novas condicionantes do negócio e apostar na formação profissional das pessoas”, salienta o presidente executivo da RE/MAX Portugal.

Adene já imitiu 112 mil certificados energéticos

A Adene já emitiu 112 mil certificados energéticos desde 1 de Julho de 2007, data em que entrou em vigor o Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar do Interior nos Edifícios (SCE).

De acordo com os dados revelados pela Agência para a Energia, dos 112 mil certificados emitidos 82 mil dizem respeito a edifícios existentes e os restantes a edifícios novos.
Com mais de 30 mil edifícios certificados, o distrito dBlockquoteeBlockquote Lisboa lidera o número de certificados obtidos, sendo seguido pelos distritos de Porto, Faro e Setúbal com valores que rondam os 18 mil, 14 mil e 13 mil certificados, respectivamente.

No que diz respeito a edifícios novos 73% das fracções são de classe A ou B, sendo os concelhos que mais se destacam com edifícios com classe A e A+ Lisboa, Loulé e Olhão com cerca de 600 a 700 certificados.

Nos edifícios existentes os concelhos que mais se destacam com classe A e A+ são Lisboa, Vila Nova de Gaia e Porto, com cerca de 600 certificados em Lisboa e aproximadamente 300 a 350 nos outros dois concelhos.

Prémios Talento 2008

Doze portugueses que vivem no estrangeiro foram distinguidos sexta-feira, em Lisboa, com os Prémios Talento 2008, atribuídos pela Secretaria de Estado das Comunidades.
Na categoria Artes do Espectáculo, a vencedora foi a actriz, escritora e produtora Alice de Sousa, do Reino Unido que fundou a Galleon Theatre Company, o teatro Greenwich Playhouse e a companhia de cinema Galleon Films.

Na área de Artes visuais, foi distinguida a pintora Maria Cristina Tavares, de França, que expõe em exclusividade numa das principais galerias de arte de Lyon.

O prémio Associativismo foi atribuído ao Real Hospital Português de Beneficiência em Pernambuco, Brasil, o maior complexo do norte-nordeste brasileiro, gerido por portugueses e que, apesar de ser uma instituição privada, dá assistência médica e social gratuita aos mais carenciados.

Na categoria de Ciência, foi distinguido Victor Pereira da Rosa, do Canadá, especializado em antropologia social e sociologia, tendo já publicados diversos trabalhos em vários países, incluindo Portugal.

Na Comunicação Social, o vencedor foi José Ribeiro Franco, do Canadá, director e proprietário do Jornal Luso-Canadiano.

Letícia da Costa venceu o prémio Desporto. Esta jovem, de 22 anos, paratica karaté e foi vice-campeã do Luxemburgo na categoria de Cadetes.

O prémio Divulgação da Língua Portuguesa foi atribuído a Pierre Léglise-Costa. O professor, linguista e crítico literário já mereceu outras distinções, nomeadamente o Prémio Europeu Charles Perrault pelo melhor trabalho de divulgação de literatura estrangeira em França.

Na área Empresaria, foi distinguido Avelino Costa, um empresário dedicado à comercialização e em 1981 foi eleito deputado federal pelo Estado de Minas Gerais, Brasil. Criou também a Fundação de beneficiência Mendes da Costa.

Na categoria Humanidades, o prémio foi para Elisa das Candeias Borges, religiosa da Congregação de Nossa Senhora da Caridade, em França, que ajuda presos da cadeia de Fresnes, nos arredores de Paris.

O prémio Literatura foi atribuído a Isabel D'Ávila Winter, professora de escrita criativa no Kenmore Community College, em Vrisbane, Austrália. Em 2008, publicou o romande "Dona Stella e as suas rivais", editado em Portugal pela Quidnovi.

Na Política, o vencedor foi Gilberto Pereita Martins, um dos mais destacados membros não africanos do Congresso Nacional Africano (ANC, no poder na África do Sul) e é actualmente director-adjunto das Obras Públicas do governo provincial de Gauteng.

Finalmente, na área das Profissões Liberais, foi distinguido Manuel Norberto de Sousa, um dos melhores vendedores no Canadá da rede imobiliária RE/MAX.

Em declarações aos jornalistas no final da gala de atribuição dos Prémios, que se realizou no Convento do Beato, em Lisboa, o secretário de Estado das Comunidades, António Braga, afirmou que o objectivo desta iniciativa é o "reconhecimento de tantos e tantos portugueses que honram a memória" de Portugal.

"Temos de saber criar sinergias e fazer com que no quotidiano o país também possa beneficiar dessa força que existe em todo o mundo", disse.

Os vencedores da terceira edição dos Prémios Talento receberam uma obra do escultor Charters de Almeida.
Fonte: Agência Lusa

Juros caem para níveis de 2005

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação caiu para um valor médio de 3,616% - que representou uma diminuição mensal de 0,502 pontos percentuais (redução acumulada de 2,361 pontos percentuais desde Dezembro de 2008)- atingindo valores próximos daqueles que se verificaram no final de 2005.
Desde o início do ano, a redução na taxa situou-se em 2,361 pontos percentuais, o que revela uma queda pelo quinto mês consecutivo, revela o Instituto Nacional de Estatística.
As taxas de juro implícitas nos contratos dos regimes bonificados jovem e não jovem registaram comportamentos similares, diminuindo 0,429 p.p. e 0,416 p.p., relativamente ao mês anterior, para os valores de 3,951% e de 4,173%, respectivamente.
No mês de Maio, o valor médio do capital em dívida no total dos contratos de crédito à habitação em vigor foi de 55.167 euros, mais 11 euros que no mês anterior.
Fonte: Agência Financeira

Novas regras nos seguros do crédito à habitação

O Conselho de Ministros aprovou hoje um decreto-lei que estabelece novas regras para os contratos de seguros de vida associados ao crédito à habitação. Em causa está a obrigatoriedade de actualização do capital seguro, em simultâneo, com a do capital em dívida no crédito à habitação.
A empresa de seguros fica obrigada a reflectir essa actualização no cálculo do valor a pagar pelo consumidor. O diploma, iniciativa da Secretaria de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, estabelece a obrigatoriedade da instituição de crédito de informar a empresa de seguros sobre a evolução do montante em dívida ao abrigo do contrato de crédito.
Na sequência da informação relativa ao capital em dívida, a empresa de seguros procederá à correspondente actualização do capital seguro, com efeitos reportados à data de cada alteração do montante em dívida no contrato de crédito à habitação.
Até agora, a actualização periódica do montante em dívida/prémio de seguro pago não acontecia em todas as instituições, ficando muitas vezes dependente da iniciativa do cliente de pedir essa actualização. Muitos consumidores desconheciam a possibilidade de actualização.
O decreto-lei hoje aprovado deixa intocável a liberdade contratual das partes contratantes, ou seja, a capacidade destas poderem estabelecer outro tipo de condições. São ainda introduzidos novos deveres de informação pré-contratual e contratual para as instituições de crédito que pretendam associar a celebração de um contrato de seguro de vida ao crédito à habitação.
De entre esses deveres, destaca-se o dever de declarar que o consumidor tem o direito de optar pela contratação de seguro de vida junto da empresa de seguros da sua preferência ou de dar em garantia um ou mais seguros de vida de que já seja titular, e incluir o valor dos prémios de seguro entre os custos associados à subscrição do crédito à habitação, considerando-os no cálculo da respectiva taxa anual efectiva.
O decreto-lei define ainda o conteúdo mínimo de um contrato de seguro de vida quando associado a um crédito à habitação, aplicável quer quando a contratação do crédito ao consumo está dependente da contratação do seguro de vida quer quando não exista esta condição e a instituição de crédito queira propor um contrato ao consumidor.
De entre este conteúdo mínimo destaca-se a regra de identidade entre o capital seguro e o montante em dívida à instituição de crédito.
Ou seja, o contrato de seguro de vida terá de ter um capital seguro igual ao capital em dívida ao abrigo do contrato de crédito à habitação, ao longo de toda a sua vigência.
Fonte: Público

Taxas Euribor mantêm quedas

As taxas Euribor voltaram a cair na sessão de hoje, em todos os prazos, a reflectir as declarações proferidas por Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu (BCE), que remetem para mais tarde possíveis aumentos de juros na Zona Euro.
A Euribor a três meses desceu hoje para os 1,206%, a taxa a seis meses recuou para os 1,416% e a Euribor a 12 meses caiu para os 1,585%.
As quedas das taxas Euribor, que começaram em Outubro, têm reflectido essencialmente os cortes de juros efectuados pela autoridade monetária da Zona Euro. Desde Outubro que o BCE reduziu de 4,25% para os actuais 1% o preço do dinheiro na região.
Contudo, nos últimos meses ainda se assistiu a alguns dias de subidas destas taxas. Isto porque o mercado acredita que o BCE não vai descer mais os juros, o que faz com que as taxas Euribor flutuem entre valores próximos dos actuais.
Ontem, o presidente do BCE alertou para o risco de pode regressar um novo período de turbulência financeira. As declarações surgiram depois de alguns membros do BCE terem expressado vontade de reverem a política monetária, sugerindo que poderia haver alguma subida de juros este ano.
Com as declarações de ontem, Trichet acabou por afastar este cenário, o que tem impacto nas taxas Euribor que além de serem os indexantes mais usados em Portugal nos empréstimos à habitação, são os juros interbancários. Ou seja, são os juros cobrados pelos bancos entre si para se financiarem e costumam acompanhar a evolução do preço do dinheiro definido pelo BCE.
Fonte: Jornal de Negócios