Dados sobre 'Habitação e Reabilitação Urbana no Mundo' Online

O Portal da Habitação tem uma nova área com informação sobre “Habitação e Reabilitação Urbana no Mundo”. Por agora, o projecto integra 29 países e os dados caracterizadores estão divididos em indicadores, políticas, inovação e organizações. Segundo os dados do Portal da Habitação, está disponível desde o dia 1 de Fevereiro uma nova área no Portal com informação muito abrangente e diversificada, com actualização regular, referente a “Habitação e Reabilitação Urbana no Mundo”.



Este projecto agrega e disponibiliza “um conjunto de dados muito significativos, que não deixarão de ser úteis à formulação de políticas, programas, propostas ou de apoio a estudos e à investigação”, apresentando-se como “dinâmico e ajustável”. Inicialmente, agrupa informação referente a 29 países, estando os dados arrumados em quatro grupos: indicadores, políticas, inovação e organizações.



Entre os 29 países que integram o projecto, estão os denominados países mais desenvolvidos (G8); os países ditos emergentes (G5); outros países da zona Euro que não integram nenhum dos conjuntos anteriores; os membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e a Suécia. A lista de países pode ser consultada na página da iniciativa.

Doação e Permuta de Imóveis com Processo Simplificado

Foi publicada em Diário da República, no dia 3 de Fevereiro, a Portaria n.º 67/2010, que aplica o procedimento especial de transmissão, oneração e registo imediato de prédios urbano em atendimento presencial único aos negócios jurídicos de doação e de permuta de prédios. De acordo com a Portaria n.º 67/2010, o “procedimento especial de transmissão, oneração e registo imediato de prédios em atendimento presencial único é também aplicável aos negócios jurídicos de doação e de permuta de prédios”. O presente diploma legal entrou em vigor um dia após a sua publicação, ou seja, no dia 4 de Fevereiro.



Esta medida visa ir ao encontro do interesse dos utilizadores, uma vez que se verifica “ser necessário ampliar o âmbito de aplicação do procedimento delineado a outros negócios jurídicos que impliquem a transmissão, oneração e registo de prédios, impondo-se definir os termos em que o mesmo se efectua, dando cumprimento às acções previstas no SIMPLEX do Ministério da Justiça”.



Criado pelo Decreto-Lei n.º 263-A/2007, de 23 de Julho, o procedimento especial de aquisição, oneração e registo de imóveis permite realizar todos os actos necessários à transmissão, oneração e registo de prédios em regime de balcão único.

Pedido Online de Certidão Predial Permanente

A partir do dia 1 de Fevereiro de 2010, a certidão de registo predial relativo a prédio descrito passou a estar disponível no site Predial Online, onde a mesma informação que anteriormente era visível em formato papel é agora disponibilizada online, através da certidão permanente. Através deste serviço é possível que qualquer pessoa tenha acesso, em suporte electrónico e permanentemente actualizado, a informação em vigor respeitante a prédio(s) descrito(s).



Relativamente ao pedido de certidão de registo predial – prédio não descrito, mantém a sua disponibilização através do serviço Certidões Online do Portal do Cidadão, nos moldes habituais e continuando o requerente a receber a certidão por correio, em formato papel.



Após ter pedido a adesão ao serviço, é disponibilizado ao requerente um código de acesso que permite a visualização da certidão e que, uma vez entregue a qualquer entidade pública ou privada, equivale, para todos os efeitos, à entrega da certidão em suporte papel.



Se o pedido/renovação anual de subscrição for efectuado num serviço de registo, pelo mesmo é devido o montante de € 15. Sendo efectuado online, isoladamente, no endereço supra, importa num pagamento de € 6. Se, também via Internet, for promovido um acto de registo respeitante ao imóvel identificado na certidão, esse valor é descontado no emolumento do acto de registo.

Aprovadas Medidas para abranger Mais Jovens no Programa 'Porta 65'

Foram aprovadas no Conselho de Ministros, dia 28 de Janeiro, algumas alterações ao Programa Porta 65 Jovem. O objectivo é alargar o número de jovens a beneficiar do programa, melhorar os critérios de atribuição do apoio mensal e possibilitar a mobilidade dos beneficiários.

Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, a nova forma de cálculo do rendimento do jovem, agora aprovado, “estabelece um critério mais justo e permite que mais jovens possam aceder ao Programa, porque passa a considerar como rendimentos alguns que, antes, não eram considerados, nomeadamente o subsídio de maternidade”.
Entre as alterações aprovadas, destaca-se o facto de os jovens candidatos passarem a poder apresentar candidaturas durante o primeiro ano de trabalho. Isto permite aos jovens que estejam a iniciar a sua vida profissional beneficiar do Programa, bastando declarar os últimos seis meses de rendimentos e apresentar apenas um contrato-promessa de arrendamento.
Passam também a poder candidatar-se os jovens cuja renda não ultrapasse os 60% do rendimento, passando as bolsas, os prémios e alguns subsídios a ser considerados no seu rendimento mensal. O apoio aumenta 20% para habitações nas áreas históricas e de reabilitação urbanística e 10% se algum dos elementos do agregado tiver 60% de incapacidade permanente ou se tiver filhos.
Outra novidade é a possibilidade dos beneficiários poderem mudar de residência ao longo do período do apoio, sem perder a possibilidade de se candidatar ao "Porta 65". É, também, possível a interrupção e regresso ao programa em função das decisões individuais dos jovens.

RE/MAX eleita melhor empresa para trabalhar em Portugal



A RE/MAX foi eleita a melhor empresa para trabalhar em Portugal, com a nota final de 85,49%, subindo do segundo lugar que ocupou em 2007, 2008 e 2009). Em segundo lugar, ficou a Microsoft, que o ano passado ocupou o topo das preferências.


Seguem-se a Liberty Seguros e a Conduril, ambas com entrada directa, enquanto o grupo Lena mantém o quinto lugar. Nas posições seguintes encontram-se a Leaseplan Portugal, Novartis Farma, Huf Portuguesa, Procme e Onitelecom.

O estudo de "As Melhores Empresas para Trabalhar" é um projecto desenvolvido anualmente pela Heidrick & Struggles e pela revista Exame através do qual se analisa o estado de arte das práticas de recursos humanos em Portugal e se premeiam as entidades que mais investem e apostam nesta área.
Esta é a quarta edição do estudo, que em 2007 contou com 28 finalistas, 37 em 2008, 66 em 2009, e 85 em 2010.

RE/MAX cresceu 16% em 2009 e intermediou 1.500 milhões


A rede de mediação imobiliária RE/MAX mantém o objectivo de atingir uma quota de mercado de 20%, o equivalente a 80 milhões de euros de comissões geradas.


Em 2009, a empresa cresceu 16%, contra uma queda da média do sector e estará com uma quota de mercado entre 14% e 16%. A crise permitiu à RE/MAX crescer mais de 50% em quota nos dois últimos anos, afirma o presidente da RE/MAX Portugal, Manuel Alvarez

Qual o crescimento conseguido pela RE/MAX em 2009?

Cerca de 16%, o que significa que em termos de volume intermediado estaremos próximos dos 1.500 milhões de euros.

Qual a quota actual da RE/MAX?

A quota é difícil de calcular mas andaremos à volta dos 14% a 16%, depois de em 2008 termos fechado com 11,5% e no ano anterior com 8%.

O que explica este crescimento?

Pode ser explicado pelo nosso crescimento orgânico, mas também pelo facto do mercado ter diminuído. O mercado em 2008 caiu cerca de 32% e nós caímos 7%, de acordo com dados de crédito hipotecário referenciados pelo Banco de Portugal e por bancos comerciais. Na verdade, com a queda abrupta do mercado em geral, acabamos por ganhar em crescimento cerca de 23%. Em 2009 crescemos 16% e o mercado global deverá ter andado em 12% negativos, o que significa que vamos conquistar mais 28% ao mercado. Isto quer dizer que a crise nos dois últimos anos, nos deu 51% de crescimento em quota de mercado, quando comparado com os congéneres.

Para explicar melhor este crescimento devo referir que em 2009 o mercado global deverá ter vendido cerca de 150 mil fracções urbanas, excluindo arrendamentos. Nós vendemos 15 mil casas, ou seja 10% das transacções. Acontece que a RE/MAX está nas zonas urbanas de preços mais elevados, pois não temos agências no interior do país onde as transacções são mais baixas.

Por outro se em 2007 cerca de 50% das transacções se fizeram entre particulares, esse volume passou a ser de 35% com particulares em 2008, e o restante foi feito pelas imobiliárias. E, muito embora ocorresse uma queda do volume global de transacções, as imobiliárias não saíram muito prejudicadas porque houve essa deslocação do negócio do particular para o profissional. Em 2009 tivemos um mercado ainda mais pequeno, mas estaremos a falar de 70% realizado pelas imobiliárias e os particulares ficaram com os restantes 30%.

A tendência positiva do mercado residencial usado do final de 2009 irá continuar no primeiro semestre de 2010?

A RE/MAX está bem posicionada porque durante este ano de crise de 2008 e início de 2009 tivemos bimestralmente reuniões com franchisados e vendedores, e nas quais fizemos sempre a análise do mercado e, daí, termos alterado a forma de trabalhar. Isso deu resultados, pois a crise é só uma situação diferente e tivemos de saber trabalhar de forma diferente. O nosso crescimento tem a ver não com o facto do mercado estar melhor, até porque dentro da nossa indústria fecharam muitas agências, mas tem a ver com o facto de no meio deste decréscimo de transacções, termos sabido entender como trabalhar tudo isto. Os bancos estão mais rigorosos e, por isso, passámos a qualificar o comprador antes de lhes irmos mostrar o imóvel pretendido. Concentrámo-nos em trabalhar primeiro o cliente e a sua capacidade real em conseguir comprar para que depois na execução houvesse êxito.

O ano de 2010 parece que a nível de clientes e interessados continua bem. Estamos, por outro lado, com o balanço de termos aprendido a trabalhar este tipo de mercado e daí estarmos muito optimistas.

A eventual subida de taxas de juro no segundo semestre, irá prejudicar as transacções?

Não se prevê uma grande subida e penso que não haverá um grande impacto, até porque os bancos têm desde o ano passado, vindo a calcular a taxa de esforço com base numa Euribor superior. Por outro lado, os compradores não fizeram negócios com a inconsciência de 2006.

Os bancos estão a fazer avaliações mais apertadas?

Sem dúvida, com mais exigências e o valor do empréstimo não vai além dos 80%, podendo em alguns casos chegar aos 90%, mas deixou de haver empréstimos a 100%.

O que quer o cliente consumidor nas casas? O que o motiva a trocar ou a comprar casa, quando existem 100 mil fracções a mais?

É sobretudo a necessidade que decorre de uma alteração da vida familiar, caso de um filho que nasce ou caso de um divórcio. Tivemos, por isso, um grande incremento ao nível do projecto das permutas. Assistimos a pessoas que queriam uma casa mais barata, para reduzir encargos financeiros, enquanto outras queriam uma casa com mais um quarto.

Que papel tem tido a Maxfinance na qualificação do cliente?

Tem sido muito importante e basta referir que em Janeiro de 2008 foi entregue a todas as agências, um simulador, construído pela Maxfinance, de qualificação financeira dos clientes, antecipando se o cliente tem, ou não, capacidade para comprar a casa que diz querer.

Quase todas agências que trabalham com os especialistas Maxfinance começam por qualificar o comprador antes de começar a mostrar. E quando existe um maior interesse, a Maxfinance volta a ser importante para preparar pedido no banco para obter uma taxa elevada de aprovação.

Acredita na consolidação do sector, com lojas pequenas a tentarem entrarem nas grandes redes?

Sempre fomos nós a tentar cativar pequenas lojas a entrarem na RE/MAX, enquanto no ano passado foi o contrário, com várias lojas a pedirem para serem franchisados.

Acredito que, no futuro, continuará a haver 3 mil mediadores imobiliários, porque se trabalha em 20 m2, mas considero que é muito difícil para eles se não tiverem um nicho de mercado ou trabalharem com o promotor. Será difícil serem generalistas e acabam por ter de pagar mais por serviços externos, como a informática, do que o custo dos royaltis às redes.

O negócio da partilha entre redes funciona com outras redes?

Não temos acordos com outras redes, ou seja, protocolos globais de rede com rede, mas as agências colaboram, com pequenas agências a trazerem comprador, partilhando a comissão.

Em termos de território está tudo coberto?

Não, temos de crescer e falta Aveiro, Coimbra, para além de mais uma ou duas lojas no Funchal e ainda os Açores. Direi que serão necessárias mais cerca de 40 lojas.

A RE/MAX Portugal não procura outras geografias?

Não, limitámo-nos a enviar informação para Moçambique, mas não vamos expandir fora de Portugal. Para o Brasil foi vendido o franchise a um empresário do Algarve que se associou a uma empresa de mediação brasileira, e estarão a vender submasters. O master português não tem nada a ver com esta operação.

Em que estão focados para 2010?

O novo enfoque será em mais qualidade na rede e estamos a procurar talentos para a rede. A nossa aposta para 2010 é crescimento com qualidade em recrutamento e muita formação. Sabemos que a oportunidade é grande, pois espera-se que a crise continue, pelo menos, em 2010. Isso pressupõe que os serviços de mediação imobiliária continuarão a ser importantes e também por necessidade de alguns clientes que nunca contratariam um serviço de mediação, pois terão de nos contratar nesta situação de mercado. Esta é uma situação que nos beneficia, mas queremos e sabemos que não teremos mais do que 2010, e talvez 2011, para convencermos o cliente que este serviço é fundamental para ele.

Não queremos que seja por necessidade, queremos ganhar por profissionalismo, por atendimento aos clientes. E sabemos que temos estes dois anos. Lançámos o projecto UAU! e que consiste em procurar a excelência dos nossos comerciais.

O cliente tem de pensar que foi justificada a comissão que pagou.

O objectivo com o UAU! é trabalhar atitudes, acreditar em mim, na minha equipa e na minha RE/MAX, escrever os objectivos, não ter medo de evoluir, superar sempre as expectativas dos clientes, ser empreendedor e respeitar o cliente. A atitude é muito importante.

E objectivos concretos? Quer atingir os 20% de quota de mercado definida há três anos?

Exacto, queremos 20% de quota, o que significa 77 milhões a 80 milhões de euros de comissões.

Em termos de novos franchisados vão ter de crescer?

Temos 223 agências, embora algumas destas estejam em fase de abertura. Acredito que acabaremos 2010 com 235 agências.

A REMAX Portugal como se comportou em 2009 relativamente ao resto da Europa?

Continuamos a ser o melhor país da Europa na rede RE/MAX, quer em comissões, em casas vendidas, em número de transacções e em número de vendedores.

‘Porta 65 Jovem’ com Cerca de 1.500 Candidaturas em Dezembro


O programa de apoio ao arrendamento “Porta 65 Jovem” recebeu 1.456 candidaturas durante o período de inscrições que decorreu entre os dias 2 e 16 de Dezembro de 2009. A maioria dos candidatos é proveniente dos municípios de Lisboa e Porto e são cidadãos que vivem sozinhos.


Segundo os dados do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), foram submetidas cerca de 1.500 candidaturas na 4.ª fase do programa “Porta 65 Jovem”. A maioria dos candidatos ao apoio são pessoas isoladas (854), seguindo-se os jovens casais (537) e os jovens em coabitação (65).




Quanto às tipologias habitacionais, a maior parte dos processos refere-se a apartamentos T2, com 800 candidaturas; seguindo-se T1 com 508; T0 com 74; T3 com 71; e T4 com três candidaturas.



A distribuição geográfica dos candidatos abrange 176 municípios, sendo Lisboa o município com maior adesão, com 122 candidatos, ao qual se seguem Porto (70), Sintra (65), Vila Nova de Gaia (65), Braga (61), Coimbra (42), Oeiras (33), Maia (32), Leiria (31) e Loures (31).



Do total de candidaturas, 235 localizam-se em áreas especiais, sendo 14 em áreas históricas, três em áreas críticas de recuperação e reconversão urbanística e 218 em áreas beneficiárias de medidas de incentivo à recuperação acelerada de problemas de interioridade.



O "Porta 65 Jovem" apoia o arrendamento de habitação para residência permanente a todos os jovens com idades entre os 18 e os 30 anos, atribuindo uma percentagem do valor da renda como subvenção mensal.

Fixado Novo Valor de Construção por Metro Quadrado para Efeitos de IMI

A Portaria n.º 1456/2009, de 30 de Dezembro, “fixa o valor médio de construção por metro quadrado para vigorar em 2010” e que terá efeitos em termos de pagamento do Imposto Municipal sobre os Imóveis (IMI).


Foi publicada em Diário da República a Portaria n.º 1456/2009, de 30 de Dezembro, que, no âmbito do Código do Imposto Municipal sobre os Imóveis (CIMI), fixa “em 482,40 euros o valor médio de construção por metro quadrado, para efeitos do artigo 39.º do CIMI, a vigorar no ano de 2010”.




O novo valor médio é mais baixo do que o definido para 2009, que era de 487,20 euros, o que deverá representar uma descida no valor a pagar pelos contribuintes e, de acordo com o diploma, a “presente portaria aplica-se a todos os prédios urbanos cujas declarações modelo n.º 1, a que se referem os artigos 13.º e 37.º do CIMI, sejam entregues a partir de 1 de Janeiro de 2010”.



O CIMI estabelece que um dos elementos integrados no sistema de avaliação de prédios urbanos é o valor médio de construção por metro quadrado, a fixar anualmente, sob proposta da Comissão Nacional de Avaliação de Prédios Urbanos (CNAPU) e depois de ouvidas as entidades previstas na lei.

Agente nº 1 em Volume de Negócios - RE/MAX Plus Dez 09

Agente nº 1 em Volume de Negócios

Esta foi a melhor forma de terminar o ano.

Os meus agradecimentos a todos os clientes que confiaram nos meus serviços.

Um agradecimento especial para a minha parceira Lurdes Taborda.

Os objectivos para 2010 já estão definidos:

- Servir cada vez melhor os meus clientes
- Estar sempre grato
- Persistir, persistir, persistir

Feliz Natal e um Bom Ano de 2010


Melhor Angariador RE/MAX Plus - Novembro 2009


O mês de Novembro foi muito intenso mas também muito produtivo.
Em consequência desse trabalho recebi o prémio de MELHOR AGENTE DA RE/MAX PLUS.

Agradeço a todos a confiança nos meus serviços.

Remax cresce 36% no 3º trimestre de 2009


A RE/MAX registou um crescimento médio de cerca de 36% no número de transacções realizadas no terceiro trimestre de 2009, face aos valores registados no ano transacto. Setembro foi o mês do trimestre em que o crescimento foi mais acentuado atingindo os 48%, de acordo com a mediadora imobiliária. Em número de transacções a rede prevê, até final do ano, um crescimento acumulado na ordem dos 30% face aos valores de 2008. Com 214 agências e cerca de 2.700 agentes associados, a marca pretende fechar 2009 com um total de cerca de 30 mil transacções realizadas e um volume de negócios na ordem de 1.500 milhões de euros, 25% acima do valor registado em 2008.




Com 16% de quota de mercada, a REMAX pretende, em 2010, reforçar a sua presença tendo como meta alcançar os 20% do mercado de mediação em Portugal.