Juros caem para níveis de 2005

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação caiu para um valor médio de 3,616% - que representou uma diminuição mensal de 0,502 pontos percentuais (redução acumulada de 2,361 pontos percentuais desde Dezembro de 2008)- atingindo valores próximos daqueles que se verificaram no final de 2005.
Desde o início do ano, a redução na taxa situou-se em 2,361 pontos percentuais, o que revela uma queda pelo quinto mês consecutivo, revela o Instituto Nacional de Estatística.
As taxas de juro implícitas nos contratos dos regimes bonificados jovem e não jovem registaram comportamentos similares, diminuindo 0,429 p.p. e 0,416 p.p., relativamente ao mês anterior, para os valores de 3,951% e de 4,173%, respectivamente.
No mês de Maio, o valor médio do capital em dívida no total dos contratos de crédito à habitação em vigor foi de 55.167 euros, mais 11 euros que no mês anterior.
Fonte: Agência Financeira

Novas regras nos seguros do crédito à habitação

O Conselho de Ministros aprovou hoje um decreto-lei que estabelece novas regras para os contratos de seguros de vida associados ao crédito à habitação. Em causa está a obrigatoriedade de actualização do capital seguro, em simultâneo, com a do capital em dívida no crédito à habitação.
A empresa de seguros fica obrigada a reflectir essa actualização no cálculo do valor a pagar pelo consumidor. O diploma, iniciativa da Secretaria de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, estabelece a obrigatoriedade da instituição de crédito de informar a empresa de seguros sobre a evolução do montante em dívida ao abrigo do contrato de crédito.
Na sequência da informação relativa ao capital em dívida, a empresa de seguros procederá à correspondente actualização do capital seguro, com efeitos reportados à data de cada alteração do montante em dívida no contrato de crédito à habitação.
Até agora, a actualização periódica do montante em dívida/prémio de seguro pago não acontecia em todas as instituições, ficando muitas vezes dependente da iniciativa do cliente de pedir essa actualização. Muitos consumidores desconheciam a possibilidade de actualização.
O decreto-lei hoje aprovado deixa intocável a liberdade contratual das partes contratantes, ou seja, a capacidade destas poderem estabelecer outro tipo de condições. São ainda introduzidos novos deveres de informação pré-contratual e contratual para as instituições de crédito que pretendam associar a celebração de um contrato de seguro de vida ao crédito à habitação.
De entre esses deveres, destaca-se o dever de declarar que o consumidor tem o direito de optar pela contratação de seguro de vida junto da empresa de seguros da sua preferência ou de dar em garantia um ou mais seguros de vida de que já seja titular, e incluir o valor dos prémios de seguro entre os custos associados à subscrição do crédito à habitação, considerando-os no cálculo da respectiva taxa anual efectiva.
O decreto-lei define ainda o conteúdo mínimo de um contrato de seguro de vida quando associado a um crédito à habitação, aplicável quer quando a contratação do crédito ao consumo está dependente da contratação do seguro de vida quer quando não exista esta condição e a instituição de crédito queira propor um contrato ao consumidor.
De entre este conteúdo mínimo destaca-se a regra de identidade entre o capital seguro e o montante em dívida à instituição de crédito.
Ou seja, o contrato de seguro de vida terá de ter um capital seguro igual ao capital em dívida ao abrigo do contrato de crédito à habitação, ao longo de toda a sua vigência.
Fonte: Público

Taxas Euribor mantêm quedas

As taxas Euribor voltaram a cair na sessão de hoje, em todos os prazos, a reflectir as declarações proferidas por Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu (BCE), que remetem para mais tarde possíveis aumentos de juros na Zona Euro.
A Euribor a três meses desceu hoje para os 1,206%, a taxa a seis meses recuou para os 1,416% e a Euribor a 12 meses caiu para os 1,585%.
As quedas das taxas Euribor, que começaram em Outubro, têm reflectido essencialmente os cortes de juros efectuados pela autoridade monetária da Zona Euro. Desde Outubro que o BCE reduziu de 4,25% para os actuais 1% o preço do dinheiro na região.
Contudo, nos últimos meses ainda se assistiu a alguns dias de subidas destas taxas. Isto porque o mercado acredita que o BCE não vai descer mais os juros, o que faz com que as taxas Euribor flutuem entre valores próximos dos actuais.
Ontem, o presidente do BCE alertou para o risco de pode regressar um novo período de turbulência financeira. As declarações surgiram depois de alguns membros do BCE terem expressado vontade de reverem a política monetária, sugerindo que poderia haver alguma subida de juros este ano.
Com as declarações de ontem, Trichet acabou por afastar este cenário, o que tem impacto nas taxas Euribor que além de serem os indexantes mais usados em Portugal nos empréstimos à habitação, são os juros interbancários. Ou seja, são os juros cobrados pelos bancos entre si para se financiarem e costumam acompanhar a evolução do preço do dinheiro definido pelo BCE.
Fonte: Jornal de Negócios

Confiança continua a pressionar preços do imobiliário

Os preços do imobiliário em Portugal deverão continuar a descer em 2010, em linha com o que está previsto para a Zona Euro, segundo a última análise do Barclays Capital (BarCap, ramo da banca de investimento do Barclays).
As expectivas do economista-chefe do BarCap, Julian Callow, são que o valor do imobiliário em Portugal desvalorize 4,1% em 2009 e 3,9% em 2010.
Em relação à Zona Euro, o BarCap espera um declínio de cerca de 5% este ano e também no próximo.
“Apesar de os custos de financiamento parecerem estar, teoricamente, em níveis relativamente atractivos, a banca tem estado a restringir o crédito”, refere a nota de “research”.
Por outro lado, e ainda mais importante, “com a pior recessão na história europeia do pós-guerra, a combinação de fundamentais macroeconómicos é extremamente adversa e não é provável, na nossa perspectiva, que melhore o suficiente nos próximos trimestres, de forma a travar a queda de confiança que atinge actualmente os mercados imobiliários da Zona Euro”, diz o estudo.
Há também sinais de um investimento excessivo em construção face ao PIB: o processo de re-equilíbrio da construção deverá manter-se durante vários trimestres, especialmente em países como Espanha e Irlanda, onde está a levar a um aumento do desemprego e a revelar-se uma influência de pressão para a expansão do PIB real, refere o BarCap.
Fonte: Jornal de Negócios

BCE não volta a descer os juros

Os sinais divergentes entre os membros do Conselho de Governadores do Banco Central Europeu continuam a surgir. O alemão Axel Weber disse hoje que a autoridade monetária já não tem margem de manobra para voltar a reduzir o juros e também não necessita de apresentar mais medidas de estímulo à economia.
Declarações que divergem das efectuadas por outros membros do BCE. Ainda ontem o presidente Jean-Claude Trichet não afastou o cenário de descida de juros e alertou para o risco de um regresso da turbulência ao mundo financeiro, pelo que não colocou de lado a hipótese de surgirem mais medidas de apoio à economia.
“O Conselho de Governadores do BCE usou a margem de manobra que tinha para reduzir os juros, que foi criada pela descida da inflação e uma dramática pioria da situação económica”, disse Axel Weber, presidente do banco central alemão.
Weber acrescentou que “neste momento não são necessárias novas medidas” para estimular a economia. O BCE reduziu os juros para um mínimo histórico de 1%, lançou um plano de compra de obrigações e forneceu liquidez ilimitada à economia.
Em linha com as declarações de Weber, o membro do conselho de governadores austríaco, Ewald Nowotny afirmou ontem que o BCE não deveria voltar a descer os juros.
Em reacção às declarações de Weber, o euro valorizou face ao dólar e as “yields” das obrigações alemãs ganharam terreno.
Falando já num cenário pós crise, Weber afirmou que será necessário um plano de redução de liquidez no mercado, isto para assegurar a estabilidade de preços.
Fonte: Jornal de Negócios

RE/MAX já realizou 600 “trocas de casas”

Iniciativa da rede de ‘franchising’ de mediação foi lançada em Março e tem agora cinco mil imóveis em carteira. Vários tipos de clientes estão a aderir, entre eles os construtores e promotores.
Criticada por uns e aplaudida por outros, a iniciativa intitulada ‘Bolsa de permutas RE/MAX' está a ter boa receptividade. "Já foram concretizadas mais de seis centenas de permutas e o número de imóveis da bolsa é agora de cerca de 5 mil", salientou ao Diário Económico Manuel Alvarez, presidente executivo da RE/MAX.
A iniciativa foi lançada no início de Março com mil imóveis e, neste momento, segundo o responsável da rede franchisada de mediação, já quadruplicou o número de imóveis inscritos para permuta.
Fonte: Diário Económico

Criado Mediador do Crédito

Foi publicado em Diário da República o Decreto-Lei n.º 144/2009, de 17 de Junho, que cria o mediador do crédito, cuja actividade visa a defesa e a promoção dos direitos, garantias e interesses legítimos de todos os que sejam parte em relações de crédito, bem como contribuir para a melhoria do acesso ao crédito junto do sistema financeiro.
Segundo o Decreto-Lei n.º 144/2009, do Ministério das Finanças e da Administração Pública (MFAP), é introduzida no ordenamento jurídico português a figura do mediador do crédito, que funcionará junto do Banco de Portugal e ao qual compete contribuir para a promoção dos direitos, garantias e interesses legítimos, legalmente protegidos, de quaisquer pessoas ou entidades que sejam parte em relações de crédito.
Ao mediador do crédito compete ainda difundir e fomentar o conhecimento das normas legais relativas aos contratos de crédito, contribuindo para o desenvolvimento da literacia financeira nesta área; bem como colaborar com o Banco de Portugal, no sentido de contribuir para o cumprimento das normas legais e contratuais em matéria de concessão de crédito; outra competência passa por assinalar as deficiências de legislação, caso se verifiquem, e acompanhar globalmente a actividade de crédito.
O mediador do crédito é nomeado por resolução do Conselho de Ministros e o seu mandato tem a duração de dois anos. A sua primeira nomeação ocorre no prazo máximo de 30 dias a contar da data de entrada em vigor deste Decreto-Lei, que sucede a 18 de Junho.
Fonte: Portal do Cidadão

Resultados das mediadoras afastam cenário de crise

O volume de negócios cresce nas três maiores imobiliárias do país. A Century21 superou os 290 milhões de euros, a ERA os 1,7 milhões e a RE/MAX os 1,2 mil milhões.
Fala-se da crise do imobiliário e da dificuldade na obtenção de crédito. Mas parece que o negócio nas três principais mediadoras imobiliárias a actuar em Portugal está de boa saúde. Pelo menos é o que se conclui dos números revelados pelos responsáveis pela ERA, RE/MAX e Century21 Portugal ao Diário Económico.
Em 2007, os negócios transaccionados na rede nacional da Century 21 ultrapassaram os 285 milhões de euros - mais 65,8% que os montantes transaccionados em 2006. Já o volume de facturação foi de mais de 6,5 milhões de euros, o que representa "um impressionante aumento de cerca de 80%, face aos 4,2 milhões de euros atingidos no ano de 2006", revela Ricardo Sousa, responsável pela Century21 Portugal.

Em 2008, o negócio manteve a tendência de crescimento, com um volume de transacções imobiliárias superior a 290 milhões de euros.
Já em 2009 "a imobiliária continua a cumprir os seus planos de crescimento", salienta o responsável. Foram quatro as novas unidades que se abriram durante o primeiro trimestre do ano, além de um reforço de equipas e o investimento na formação de novos profissionais. "Só nos primeiros cinco meses do ano, a Century 21 Portugal contratou mais de 60 colaboradores, nos distritos de Lisboa, Setúbal e Faro", informa Ricardo Sousa, que frisa a aposta no plano de expansão da rede que "pretende atingir as 100 lojas nos próximos três anos".
A prioridade da imobiliária "é a qualidade dos franqueados e o seu potencial de crescimento", assegura, sublinhando também a aposta na "maximização de resultados, pela introdução de sistemas de gestão mais eficazes e inovadores".
Também a ERA e a RE/MAX parecem estar alheios à crise. Na ERA, "2009 está a ser um ano ainda mais exigente, em termos de trabalho", diz Jorge Garcia, director de comunicação da mediadora. Os resultados operacionais da larga maioria das lojas "estão a crescer em número de angariações, transacções e volume de negócios, pelo que estimamos em 2009 um crescimento médio próximo dos 10%", assegura.
Jorge Garcia informa que em 2007 e 2008 o número de transacções esteve próximo das 17.500, o que representa um volume de negócios gerado, próximo de 1,785 milhões de Euros. Em Março de 2008 o número de imóveis angariados foi de 102.233 imóveis, sendo que em Março de 2009, "a carteira em todo o território nacional era constituída por 124.818 imóveis", informa, considerando estes números como "indicadores seguros que estamos no caminho certo". Também na ERA a preocupação passa por "recrutar, integrar e reter pessoas que nos possam ajudar a alcançar e consolidar níveis de excelência". Quanto ao número de lojas abertas, Jorge Garcia diz que o objectivo "é conseguir recrutar 40 novos empreendedores - franquiados, permitindo elevar a fasquia acima das 200 agências imobiliárias abertas em Portugal".
Este número já foi claramente ultrapassado na RE/MAX. A mediadora tem 218 agências no país e a meta é abrir mais 20 até ao final do ano, uma meta em vias de ser ultrapassada, uma vez que só nos primeiros quatro meses, "já foram assinados 12 novos contratos ", informa Manuel Alvarez, director da RE/MAX Portugal.
De 2007 para 2008, a rede cresceu, tendo atingido o ano passado mais de 22 mil transacções. Em 2009 a ambição "é manter o mesmo volume de negócios - na ordem de 1,2 mil milhões de euros - embora com um aumento do número de transacções", revela o responsável. E este é mais um objectivo que não parece difícil de atingir. "No primeiro quadrimestre de 2009 já concretizámos 7.663 transacções que se traduzem num volume de negócios na ordem dos 350 milhões de euros", informa Manuel Alvarez.
Apesar do negócio estar no bom caminho, as três mediadoras não deixam de tomar medidas para combater a crise. Enquanto que a ERA oferece novos serviços aos clientes compradores, como o "Exclusivo Garantia ERA", a Century 21 tem em marcha uma iniciativa que passa por oferecer um apoio financeiro no valor de 500 euros aos clientes que optem pela UCI e que serve de apoio a quem quer trocar de casa e ainda não vendeu a actual.
Já a RE/MAX tem uma campanha de saldos e de permutas que permite aos clientes que não conseguem aceder ao crédito mas que precisam de mudar de casa, fazerem a troca directa com outro proprietário.
Fonte: Económico

Euribor afundam há seis sessões

As taxas Euribor estão já a recuar há seis sessões consecutivas, com o mercado a apontar para a manutenção dos juros, depois de um membro do Conselho do BCE, Ewald Nowotny, ter dito que está contra uma subida precoce dos juros, na Zona Euro.
Os olhos continuam postos na retoma do crescimento económico.
A taxa a 3 meses caiu para 1,244%, enquanto a indexante a seis meses, a mais utilizada no crédito à habitação em Portugal, cedeu para 1,457%. Já a Euribor a 12 meses recuou para 1,629%.
Fonte: IOL

Malparado na habitação no nível mais alto da década

O malparado continua a aumentar em Portugal, subindo para o nível mais alto da última década. Os particulares deixaram por pagar 3,38 mil milhões de euros à banca. As empresas, um pouco mais que isso.
Para Teresa Gil Pinheiro, economista do BPI, o peso da cobrança duvidosa é "preocupante", embora o ritmo de crescimento possa baixar com a descida das taxas de juro.
Fonte: Jornal de Negócios

Ajudas ao crédito habitação só no fim do Verão

Ministério das Finanças admite que procedimentos são complexos mas espera que apoios cheguem «a tempo de ajudar»
As ajudas ao crédito à habitação para os desempregados ainda não estão disponíveis e só deverão estar ao alcance dos interessados no fim do Verão, disseram fontes do sector bancário à Agência Financeira.
A Direcção Geral do Tesouro e Finanças (DGTF),a cargo de quem está a moratória, está ainda nos contactos com os bancos, a quem «só agora enviou o primeiro pro-forma».
«O contrato de mandato para ser celebrado com as instituições de crédito, com as condições específicas a serem aplicadas, não deve ser elaborado por mais de um mês», afirmou fonte do sector financeiro, acrescentando que «só depois disso estar estipulado é que os bancos montam o sistema informático para por as ajudas a funcionar».
Mais do que isso, há bancos com quem a DGTF só está a tratar dos regimes bonificados e ainda não começou a avaliar o regime geral.
Contactado pela Agência Financeira, o Ministério das Finanças não nega os atrasos, mas refere que «a Direcção Geral do Tesouro e Finanças tem vindo a ultimar com algumas instituições de crédito, designadamente com aquelas que têm vindo a aderir posteriormente, a operacionalização desta linha de crédito».
A mesma fonte adiantou à Agência Financeira que «a moratória está criada para todos os que estejam desempregados e inscritos no centro de emprego há pelo menos 3 meses, ou seja, só está a ser preparada para esses, porque a linha só está pedida para acesso até 31 de Dezembro». Quer isto dizer que ainda nada está a ser preparado para quem perder o emprego depois de Outubro e quiser aceder às ajudas em Janeiro do ano que vem.
Apesar de reconhecer «a complexidade dos procedimentos envolvidos e a adesão faseada das próprias instituições de crédito», o Ministério pretende que «tal facto não constitua impedimento à concessão atempada de apoio aos potenciais beneficiários por parte de qualquer instituição de crédito».
«Encontrando-se estabilizados os termos do futuro relacionamento entre a Direcção-Geral do Tesouro e Finanças e as instituições de crédito, estão a ser definidos procedimentos técnicos adicionais que exigem o envolvimento de outros intervenientes como sejam o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), o Banco de Portugal (BdP) e a Direcção-geral dos Impostos (DGCI)», acrescenta.
Os bancos estão neste momento a receber as «intenções» dos desempregados que pretendem aceder a estas ajudas, numa espécie de «pré-inscrição». Como os contratos estão domiciliados nos bancos, com quem cidadãos interessados devem contactar, o Tesouro não tem conhecimento de como está a decorrer a situação.
Ajudas com retroactivos
Sobre o facto de as ajudas se poderem atrasar, sobretudo para quem ficar desempregado depois de Outubro, o Ministério esclarece que «os 3 meses de desemprego são indispensáveis para a elegibilidade ao empréstimo do Estado, pelo que, se as partes assim acordarem, o mutuário poderá desde logo beneficiar de 3 meses de retroactividade».
Mas, para que se possa estender essa retroactividade a 6 meses «terá que ter perdido o emprego desde há 4, 5 ou 6 meses e, nesse caso terá, respectivamente, retroactividade de 4, 5 ou 6 meses».
Recorde-se que os desempregados que quiserem aceder a estas ajudas, poderão pagar, por um período máximo de dois anos de uma redução de 50% na prestação mensal do crédito à habitação. No final desse período, o correspondente a esses 50% de «desconto» terá de ser pago, com uma taxa Euribor, deduzida de 0,5 pontos percentuais.
A utilização da linha de crédito está ainda sujeita ao limite máximo de 500 euros de redução da prestação.
O Ministério das Finanças já assinou o protocolo com a CGD, Millennium BCP, BES, Banco de Investimento Imobiliário, BPI, Montepio Geral, Barclays e UCI. Em curso estão processos de adesão com o Banif, Finibanco, Caixa Central e Banco Português de Negócios.
Fonte: Agência Financeira

Euribor iniciam semana com a maior subida do ano

Indexante a seis meses está nos 1,487%
As taxas Euribor voltaram a subir, esta segunda-feira, pela terceira sessão consecutiva, depois de na passada semana o Banco Central Europeu (BCE) ter decidido manter os juros em 1 por cento, deixando antever que é uma decisão para se manter nos próximos tempos.
A Euribor a três meses subiu para 1,281%, contra os 1,268% da passada sessão, enquanto o indexante a seis meses, a mais utilizada nos contratos de crédito à habitação em Portugal, trepou para 1,487%.
Já a taxa a 12 meses, que registou a maior subida, fixou-se nos 1,672%, contra os 1,643% de sexta-feira. O indexante a um mês está, neste início de semana, nos 0,953%.
Após a reunião da autoridade monetária, Trichet mostrou-se ainda «cauteloso no que diz respeito a uma retoma da economia, mesmo no próximo ano».
Note-se que esta subida nos indexantes representa já a maior do ano.
Fonte: Agência Financeira

Escola RE/MAX

A formação constitui uma aposta estratégica da RE/MAX e está na origem da criação da Escola RE/MAX. Esta tem o intuito de melhor preparar os comerciais da rede para prestar um serviço de excelência aos clientes.
Toda a formação RE/MAX está estruturada de forma a tornar o comercial num verdadeiro profissional do sector, permitindo-lhe desenvolver-se em diversas áreas: vendas, marketing imobiliário, área jurídica, avaliação imobiliária, tecnologia.
Para além da componente técnica, a RE/MAX transmite aos seus comerciais uma formação ética. Toda a acção do comercial RE/MAX no mercado é regulada pelo Código de Ética, o que contribui para tornar mais transparente e rigorosa a relação com o cliente.
A RE/MAX tem a preocupação de continuamente criar novos cursos de formação de forma a acompanhar a evolução do mercado. Todos os anos proporcionamos mais de 20.000 horas de formação a toda a rede RE/MAX - franchisados, comerciais e coordenadoras.
Esta formação tem acreditação do IQF e certificação do InCI para obtenção da capacidade profissional da licença de angariador, o que faz da RE/MAX a única rede imobiliária com formação acreditada e certificada.
A Escola RE/MAX conta com formadores que são profissionais experientes e especializados nas áreas de formação que ministram. As ferramentas que utilizam são diversificadas, tendo toda a rede acesso a formação em sala e on-line.
Formamos profissionais rigorosos e credíveis para o cliente. Acreditamos que só os profissionais qualificados asseguram um elevado nível de serviço ao cliente.

Plano RE/MAX

O QUE É O PLANO RE/MAX?

É um novo programa para que possa ter a casa que necessita ao longo da sua vida, pagando a prestação que melhor lhe convém em cada momento.
Oferecemos um Serviço Integral de Acompanhamento para assegurar que todos os nossos clientes estão satisfeitos com a sua casa.
A qualquer altura dispõe de 3 opções:
1 - Mudar de casa: Quando a vida muda. A RE/MAX ajuda a vender a sua casa e a encontrar outra que se adapte às suas novas necessidades.
2 - Segurança: Quando o mercado muda, renovar o Plano RE/MAX. A RE/MAX ajuda à renovação do produto financeiro associado ao Plano RE/MAX.
3 - Propriedade: Quando nada muda, ficar com a sua casa. Mantenha a sua casa e escolha uma nova prestação.
PORQUÊ O PLANO RE/MAX?

Estatisticamente as pessoas mudam de casa a cada 7 anos, no entanto, fazem empréstimos a 40 e mais anos. As pessoas têm necessidade de mudar de casa várias vezes ao longo da vida. Criámos este plano para que possam mudar de casa sempre que precisem, de acordo com as suas necessidades, e com o apoio de um profissional.
QUE VANTAGENS TEM?
- Mudar de casa facilmente sempre que precisar.
- Pagar uma prestação reduzida, com liberdade de amortização.
- Reduzir o risco de revenda através do acompanhamento contínuo de um Profissional RE/MAX.
- Ter um estudo de mercado para a sua propriedade, no momento que precisar.
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Open House RE/MAX

O QUE É UM OPEN HOUSE?

OPEN HOUSE é um conceito de visita de imóveis sem qualquer aviso prévio, sem marcações de visita, sem agendamentos, etc. É um sistema de VENDA extremamente vantajoso porque pretende reduzir os tempos de venda do imóvel, dando a conhecer a casa e concentrando muitas visitas no próprio dia. É uma das ferramentas mais fortes de posicionamento do agente na zona. Nesta iniciativa o que se pretende é abrir a casa angariada aos potenciais compradores de uma só vez, evitando assim marcar visitas individuais e promovendo os indicadores de compra e a pressão, por parte dos compradores.
AS VANTAGENS:
Para quem vende:
- Múltiplos profissionais empenhados nessa mesma venda;
- A visita de mais potenciais compradores de uma só vez;
- Poupança de tempo. Com a OPEN HOUSE as visitas podem concentrar-se num só dia.
- Garantia de uma comunicação e posicionamento eficazes aos potenciais clientes dessa zona: Recordamos que mais de 60% das casas são compradas por pessoas que já residem na zona onde está o imóvel.
- Maior probabilidade de obter o preço de venda pedido.
- Conhecer os comentários dos clientes.
Para quem compra:
- Visita aos imóveis sem ter a necessidade de marcar e de poder ao mesmo tempo ter um profissional imobiliário RE/MAX no local;
- Possibilidade de fazer segunda visita ao imóvel no mesmo dia;
- O cliente comprador irá saber que num dia especifico do mês irá ter à sua disposição, na zona onde pretende comprar, os melhores imóveis para visitar, e tudo isto sem ter de avisar.
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Bolsa de Permutas RE/MAX

Agora, já não precisa de vender a sua casa para poder mudar. Coloque a sua casa na "Bolsa de Permutas RE/MAX", onde terá a oportunidade de trocar a sua casa com milhares de clientes que procuram o mesmo.
A Bolsa de Permutas RE/MAX é um segundo canal de venda onde poderá comercializar o seu imóvel sem impedir o processo “normal” de venda.
Quais os benefícios de colocar o seu imóvel na "Bolsa de Permutas RE/MAX"?

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RE/MAX como 1ª escolha

Um estudo da Quiznow.biz concluiu que a rede RE/MAX é a primeira escolha aquando da necessidade de compra, venda ou arrendamento de imóveis.
O conjunto dos entrevistados atribuiu 58% à hipótese RE/MAX como primeira escolha. De salientar que a internet, via Casa Sapo, aparece apenas como 9% das intenções.
Este estudo da Quiznow envolveu um questionário sobre a maior rede imobiliária nacional, com as amostras a incidirem sobre uma população entre os 25 e os 45 anos e a viver na região da Grande Lisboa e do Grande Porto. A maioria dos entrevistados, cerca de 32% tem casa própria, enquanto 25% tem um imóvel arrendado e 20% vive com a família.
Na pergunta sobre o conhecimento de marcas, a RE/MAX aparece com uma recordação espontânea de 95%. O balão de ar quente, que representa a base do logotipo da RE/MAX é associado por 159 entrevistados entre 160.
Entre as campanhas da rede de mediação, a que se refere aos "Saldos RE/MAX" é aquele que gerou mais aceitação por parte do universo dos entrevistados.
Uma questão pertinente é relativa aos serviços e outros factos que são relevantes para quem contrata uma mediadora. Para 72% dos entrevistados, o que é importante numa agência imobiliária é a formação dos mediadores. Apenas 47% consideram como muito relevante as boas zonas de cobertura e o nível de comissões "neste aspecto verifica-se uma quase consonância entre os vários players no mercado para um preço aproximado".
Por último, os entrevistados deram uma classificação elevada à imagem geral da rede e lojas.

Arrendamento vai continuar a ganhar terreno

O arrendamento vai continuar a ser uma aposta ganha para as mediadoras. A crise financeira e a restrição ao crédito por parte das instituições financeiras estão a levar cada vez mais portugueses a recorrer a esta solução, como admitem as imobiliárias em declarações à Agência Financeira.
A verdade é que o arrendamento já pesa 50% do mercado total. «Aqueles que não conseguem obter crédito mas que precisam de casa terão de optar pelo arrandamento. Os proprietários que necessitem de mudar de casa, mas que estejam com dificuldades em vender o seu imóvel actual podem optar pela permuta ou pelo aluguer do seu imóvel recorrendo eles mesmo ao arrendamento de outro imóvel mais ajustado às suas necessidades», afirma o director-geral da RE/MAX, Manuel Alvarez.
Por isso mesmo, os preços poderão vir mesmo a subir ainda este ano. A procura e a zona são dois factores-chave que ditam os valores dos imóveis no mercado.
«Tudo depende das zonas, da oferta existente e da procura. Há mais procura mas também há mais proprietários a considerar colocar os seus imóveis para arrendamento porque como não os conseguem vender essa surje como uma alternativa para encaixar rendimentos enquanto não surgem compradores», admite o responsável.
Fonte: Agência Financeira

"Casa Pronta" nas mediadoras imobiliárias este ano

O serviço "Casa Pronta", que permite realizar num único balcão a compra e venda de casa e todos os registos necessários desse processo, vai estar disponível nas agências das empresas de mediação imobiliária este ano.

A medida foi lançada pelo Governo em 2007 e vai chegar até ao final do ano a mediadoras como a RE/MAX.
Para já, no seguimento do protocolo assinado ontem entre o ministério da Justiça e a Associação dos Profissionais das Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP), o serviço "Casa Pronta" vai estar disponível, a partir de 16 de Junho, nas delegações nacionais e regionais desta associação, mas segundo o presidente, Luís Lima, "no próximo mês, as empresas já se poderão candidatar, mediante requisitos".
Segundo o ministério da Justiça, já se realizaram mais de 33 mil procedimentos na "Casa Pronta".
O Secretário de Estado da Justiça, Tiago da Silveira, frisou ainda que nos primeiros cinco meses de 2009 já se realizaram mais procedimentos (18.038) na iniciativa do que na totalidade de 2008 (13.873).
De acordo com o presidente da APEMIP, esses requisitos ainda não estão bem definidos, mas dizem respeito a questões técnicas e logísticas, como ter um sistema informático adequado e um espaço próprio para a realização dos registos.
"Não é o mediador que faz o registo", explica Luís Lima.
Fonte: Económico

BCE deixa juros inalterados nos 1%

Jean-Claude Trichet, o presidente do Banco Central Europeu (BCE) acabou de divulgar que os juros da Zona Euro não sofreram qualquer alteração e continuam nos 1 por cento.
Esta foi uma decisão que não surpreendeu o mercado, uma vez que ficou em linha com o esperado pelos analistas contactados por diversas agências.
Fonte: Agência Financeira

1 de Junho, Dia Mundial da Criança

Quem quer comprar ou vender casa vai a remax.pt

Foram 803 mil os internautas residentes em Portugal Continental que em 2008 procuraram uma casa nova a partir da Web o que corresponde a cerca de 26,6% dos utilizadores de internet em Portugal. Estes dados confirmam que este é, sem dúvida, um canal de pesquisa cada vez mais valorizado pelo consumidor.
O portal Sapo através do seu canal imobiliário casa.sapo.pt liderou o ranking de visitas em 2008 mas o site de empresa mais visitado foi o da RE/MAX com 313 mil utilizadores únicos registados seguido do lardocelar.com com 300 mil utilizadores.
Em termos de horas de navegação, o casa.sapo.pt liderou com um total de 409 mil horas seguido do site da RE/MAX com de 260 mil horas de navegação.
Ao longo de 2008 foram visitadas mais de 132 milhões de páginas o que perfaz uma média de 165 páginas por utilizador. No total, o tempo de navegação em sites de imobiliário atingiu as 954 mil horas – o que significa que cada internauta despendeu, em média, 1 hora e 11 minutos a navegar neste tipo de canais de informação. Fevereiro foi o mês de maior afluência com 215 mil utilizadores únicos mas em Janeiro o estudo contabilizou mais page-views (cerca de 24 milhões) e mais tempo de navegação (158 mil horas).

RE/MAX entre as 31 marcas portuguesas SuperBrands

RE/MAX, EDP, Expresso, DN, Portugal Telecom e Sport Lisboa e Benfica são algumas das 31 marcas portuguesas consideradas pela entidade mundial independente SuperBrands como as que tiveram comportamentos mais favoráveis no ano, anunciou hoje a organização.

Entre a selecção de super-marcas, apresentada hoje a par do livro Superbrands Portugal 2009, encontram-se marcas dos mais diversos segmentos de meios de comunicação social, telecomunicações, bebidas alcoólicas, produtos alimentares, grandes superfícies, petrolíferas, imobiliárias e instituições bancárias.
Água das Pedras, Caixa Geral de Depósitos, Continente, CTT, Grant's, Halibut, Jornal de Notícias, Kellog's, Kit Kat, La Redoute, Limiano, Médis, Millennium bcp, Modelo, Nespresso, Nokia, Optimus, RE/MAX, Super Bock, Terra Nostra, TSF, Visão, Vitalis, Vodafone e Worten são as restantes marcas que também garantiram presença nesta selecção, realizada pelo quinto ano consecutivo em Portugal.
A Superbrands é um projecto presente em 88 países, incluindo Portugal, que premeia e promove as marcas que mais se distinguem em cada categoria.
A classificação inicial é feita por um conselho formado por profissionais da área de marketing, sendo esta selecção posteriormente votada por 4.000 consumidores.
O projecto premeia as marcas que mais se distinguiram em termos de domínio de mercado, longevidade, goodwill (reputação comercial), fidelização e aceitação.
"Uma super-marca é sobretudo forte, com uma imagem positiva, altamente diferenciadora, capaz de gerar atitudes e comportamentos favoráveis, de estabelecer relações sólidas", explica um dos responsáveis da organização Rodrigo Correia. "Estas características, que são uma clara vantagem no sector, devem ser reconhecidas", defende.
Fonte: Lusa

Nova confederação da construção e do imobiliário

Os empresários da construção civil e das obras públicas estão apostados em conseguir convencer a opinião pública a mudar a má imagem que existe do sector. O principal argumento que têm para esgrimir é o do peso que a fileira da construção tem na economia portuguesa – é responsável por 5,5 por cento do produto interno bruto, metade do investimento nacional e mais de 500 mil postos de trabalho.
O novo instrumento que estão a preparar-se para utilizar é uma estrutura que represente a cúpula das entidades associativas e empresariais do sector da construção, o que engloba o imobiliário e todos os serviços relacionados. A criação da Confederação da Construção e do Imobiliário (CCI) é um projecto que une há já algum tempo as principais associações desta fileira.
Agora, o projecto já se começou a materializar e estão a ser preparados os estatutos da nova estrutura que tem como associados fundadores a Fepicop (Federação da Construção que engloba as Associações AICCOPN, AECOPS e ANEOP), a APEMIP (Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária em Portugal), a APCMC (Associação Portuguesa de Comerciantes de Materiais de Construção), a APCC (Associação Portuguesa de Projectistas e Consultores) e a API (Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários).
Manuel Reis Campos, presidente cessante da Fepicop (as eleições na federação estão marcadas para a próxima semana, em que deve ser eleito o presidente da AECOPS, Ricardo Gomes), explica que o objectivo da CCI é assegurar, enquanto parceiro social, a representação “do mais importante sector da economia nacional” nos organismos nacionais e internacionais, e exercer todas as actividades que sejam necessárias para contribuir para o progresso dos sectores que abrangem. “O sector está em contracção há oito anos, com quebras acumuladas superiores a 25 por cento.
Felizmente, as grandes empresas de construção têm conseguido bons resultados (ver estudo da ANEOP/Deloitte noutro texto), mas elas representam dez por cento do sector. O restante está a enfrentar grandes ameaças, sobretudo na área da habitação”, argumenta Reis Campos. A aposta nos mercados internacionais tem sido a via mais utilizada pelas empresas do sector para contornar a crise que está instalada um pouco por todo o mundo. Mas essa não é uma solução que possa ou deva ser seguida por todos, afirmando Reis Campos, que também não é necessário “que se criem internamente obras artificiais”.
“O sector da construção só precisa das obras que o país precisa. E ninguém põe em dúvida a necessidade de se avançar com a reabilitação”, insiste, argumentando que 34 por cento do parque habitacional português precisa de intervenção, e que esse mercado poderia compensar a quebra nos fogos novos – no primeiro trimestre construíram-se 7238 fogos, o que representa menos de oito casas novas por mês em cada município do país. “Sete casas por mês era a produção de uma empresa!”, relembra.
A criação da CCI acaba por surgir como “passo natural”, depois das divergências assumidas pela Fepicop com a CIP (o presidente da CIP, Francisco van Zeller, referiu que era na construção que havia mais evasão fiscal). “Com esta confederação pretendemos ter uma voz única, que represente e defenda os interesses de toda a fileira da construção e do imobiliário, propondo e pronunciando-se sobre todas as medidas que possam contribuir para o progresso do sector.”
Fonte: Público

Indicador de confiança dos Consumidores aumenta

Em Maio, o indicador de clima económico aumentou, interrompendo o acentuado movimento descendente observado desde Maio de 2008, após ter registado em Abril o valor mínimo da série iniciada em 1989.
No mês de referência, os indicadores de confiança apresentaram um andamento positivo em todos os sectores.
Fonte: INE

Crise no crédito afecta o imobiliário comercial

O segmento de imobiliário comercial é particularmente vulnerável às oscilações nos mercados de crédito.
Existem fortes ligações económicas e financeiras entre a propriedade comercial e os ciclos de crédito, e não menos importante o papel da propriedade comercial de garantia e o impacto significativo que o aumento em valores teve no comportamento e desempenho dos bancos.

Activos imobiliários são importante fonte de capital

Apesar do abrandamento do mercado de investimento em imobiliário institucional na Europa em 2008, a venda de activos imobiliários por proprietários-ocupantes (vulgo operações de sale & leaseback) evidenciou um contributo importante para a actividade global de investimento ao longo do ano passado.

Mesmo com o forte decréscimo de transacções imobiliárias envolvendo património público do Estado, a venda de bens imobiliários em operações de sale & leaseback manteve a sua quota em aproximadamente 19% do volume de investimento total registado em 2008.