Iniciativa da rede de ‘franchising’ de mediação foi lançada em Março e tem agora cinco mil imóveis em carteira. Vários tipos de clientes estão a aderir, entre eles os construtores e promotores. Criticada por uns e aplaudida por outros, a iniciativa intitulada ‘Bolsa de permutas RE/MAX' está a ter boa receptividade. "Já foram concretizadas mais de seis centenas de permutas e o número de imóveis da bolsa é agora de cerca de 5 mil", salientou ao Diário Económico Manuel Alvarez, presidente executivo da RE/MAX. A iniciativa foi lançada no início de Março com mil imóveis e, neste momento, segundo o responsável da rede franchisada de mediação, já quadruplicou o número de imóveis inscritos para permuta. Fonte: Diário EconómicoEm 2008, o negócio manteve a tendência de crescimento, com um volume de transacções imobiliárias superior a 290 milhões de euros. Já em 2009 "a imobiliária continua a cumprir os seus planos de crescimento", salienta o responsável. Foram quatro as novas unidades que se abriram durante o primeiro trimestre do ano, além de um reforço de equipas e o investimento na formação de novos profissionais. "Só nos primeiros cinco meses do ano, a Century 21 Portugal contratou mais de 60 colaboradores, nos distritos de Lisboa, Setúbal e Faro", informa Ricardo Sousa, que frisa a aposta no plano de expansão da rede que "pretende atingir as 100 lojas nos próximos três anos".
A prioridade da imobiliária "é a qualidade dos franqueados e o seu potencial de crescimento", assegura, sublinhando também a aposta na "maximização de resultados, pela introdução de sistemas de gestão mais eficazes e inovadores". Também a ERA e a RE/MAX parecem estar alheios à crise. Na ERA, "2009 está a ser um ano ainda mais exigente, em termos de trabalho", diz Jorge Garcia, director de comunicação da mediadora. Os resultados operacionais da larga maioria das lojas "estão a crescer em número de angariações, transacções e volume de negócios, pelo que estimamos em 2009 um crescimento médio próximo dos 10%", assegura. Jorge Garcia informa que em 2007 e 2008 o número de transacções esteve próximo das 17.500, o que representa um volume de negócios gerado, próximo de 1,785 milhões de Euros. Em Março de 2008 o número de imóveis angariados foi de 102.233 imóveis, sendo que em Março de 2009, "a carteira em todo o território nacional era constituída por 124.818 imóveis", informa, considerando estes números como "indicadores seguros que estamos no caminho certo". Também na ERA a preocupação passa por "recrutar, integrar e reter pessoas que nos possam ajudar a alcançar e consolidar níveis de excelência". Quanto ao número de lojas abertas, Jorge Garcia diz que o objectivo "é conseguir recrutar 40 novos empreendedores - franquiados, permitindo elevar a fasquia acima das 200 agências imobiliárias abertas em Portugal". Este número já foi claramente ultrapassado na RE/MAX. A mediadora tem 218 agências no país e a meta é abrir mais 20 até ao final do ano, uma meta em vias de ser ultrapassada, uma vez que só nos primeiros quatro meses, "já foram assinados 12 novos contratos ", informa Manuel Alvarez, director da RE/MAX Portugal. De 2007 para 2008, a rede cresceu, tendo atingido o ano passado mais de 22 mil transacções. Em 2009 a ambição "é manter o mesmo volume de negócios - na ordem de 1,2 mil milhões de euros - embora com um aumento do número de transacções", revela o responsável. E este é mais um objectivo que não parece difícil de atingir. "No primeiro quadrimestre de 2009 já concretizámos 7.663 transacções que se traduzem num volume de negócios na ordem dos 350 milhões de euros", informa Manuel Alvarez. Apesar do negócio estar no bom caminho, as três mediadoras não deixam de tomar medidas para combater a crise. Enquanto que a ERA oferece novos serviços aos clientes compradores, como o "Exclusivo Garantia ERA", a Century 21 tem em marcha uma iniciativa que passa por oferecer um apoio financeiro no valor de 500 euros aos clientes que optem pela UCI e que serve de apoio a quem quer trocar de casa e ainda não vendeu a actual. Já a RE/MAX tem uma campanha de saldos e de permutas que permite aos clientes que não conseguem aceder ao crédito mas que precisam de mudar de casa, fazerem a troca directa com outro proprietário. Fonte: Económico
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Um estudo da Quiznow.biz concluiu que a rede RE/MAX é a primeira escolha aquando da necessidade de compra, venda ou arrendamento de imóveis. O conjunto dos entrevistados atribuiu 58% à hipótese RE/MAX como primeira escolha. De salientar que a internet, via Casa Sapo, aparece apenas como 9% das intenções. Este estudo da Quiznow envolveu um questionário sobre a maior rede imobiliária nacional, com as amostras a incidirem sobre uma população entre os 25 e os 45 anos e a viver na região da Grande Lisboa e do Grande Porto. A maioria dos entrevistados, cerca de 32% tem casa própria, enquanto 25% tem um imóvel arrendado e 20% vive com a família. Na pergunta sobre o conhecimento de marcas, a RE/MAX aparece com uma recordação espontânea de 95%. O balão de ar quente, que representa a base do logotipo da RE/MAX é associado por 159 entrevistados entre 160. Entre as campanhas da rede de mediação, a que se refere aos "Saldos RE/MAX" é aquele que gerou mais aceitação por parte do universo dos entrevistados. Uma questão pertinente é relativa aos serviços e outros factos que são relevantes para quem contrata uma mediadora. Para 72% dos entrevistados, o que é importante numa agência imobiliária é a formação dos mediadores. Apenas 47% consideram como muito relevante as boas zonas de cobertura e o nível de comissões "neste aspecto verifica-se uma quase consonância entre os vários players no mercado para um preço aproximado". Por último, os entrevistados deram uma classificação elevada à imagem geral da rede e lojas.
O serviço "Casa Pronta", que permite realizar num único balcão a compra e venda de casa e todos os registos necessários desse processo, vai estar disponível nas agências das empresas de mediação imobiliária este ano.
Para já, no seguimento do protocolo assinado ontem entre o ministério da Justiça e a Associação dos Profissionais das Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP), o serviço "Casa Pronta" vai estar disponível, a partir de 16 de Junho, nas delegações nacionais e regionais desta associação, mas segundo o presidente, Luís Lima, "no próximo mês, as empresas já se poderão candidatar, mediante requisitos".
Segundo o ministério da Justiça, já se realizaram mais de 33 mil procedimentos na "Casa Pronta".
O Secretário de Estado da Justiça, Tiago da Silveira, frisou ainda que nos primeiros cinco meses de 2009 já se realizaram mais procedimentos (18.038) na iniciativa do que na totalidade de 2008 (13.873).
De acordo com o presidente da APEMIP, esses requisitos ainda não estão bem definidos, mas dizem respeito a questões técnicas e logísticas, como ter um sistema informático adequado e um espaço próprio para a realização dos registos.
"Não é o mediador que faz o registo", explica Luís Lima.
Fonte: Económico
RE/MAX, EDP, Expresso, DN, Portugal Telecom e Sport Lisboa e Benfica são algumas das 31 marcas portuguesas consideradas pela entidade mundial independente SuperBrands como as que tiveram comportamentos mais favoráveis no ano, anunciou hoje a organização.
Água das Pedras, Caixa Geral de Depósitos, Continente, CTT, Grant's, Halibut, Jornal de Notícias, Kellog's, Kit Kat, La Redoute, Limiano, Médis, Millennium bcp, Modelo, Nespresso, Nokia, Optimus, RE/MAX, Super Bock, Terra Nostra, TSF, Visão, Vitalis, Vodafone e Worten são as restantes marcas que também garantiram presença nesta selecção, realizada pelo quinto ano consecutivo em Portugal.
A Superbrands é um projecto presente em 88 países, incluindo Portugal, que premeia e promove as marcas que mais se distinguem em cada categoria.
A classificação inicial é feita por um conselho formado por profissionais da área de marketing, sendo esta selecção posteriormente votada por 4.000 consumidores.
O projecto premeia as marcas que mais se distinguiram em termos de domínio de mercado, longevidade, goodwill (reputação comercial), fidelização e aceitação.
"Uma super-marca é sobretudo forte, com uma imagem positiva, altamente diferenciadora, capaz de gerar atitudes e comportamentos favoráveis, de estabelecer relações sólidas", explica um dos responsáveis da organização Rodrigo Correia. "Estas características, que são uma clara vantagem no sector, devem ser reconhecidas", defende.
Fonte: Lusa
Mesmo com o forte decréscimo de transacções imobiliárias envolvendo património público do Estado, a venda de bens imobiliários em operações de sale & leaseback manteve a sua quota em aproximadamente 19% do volume de investimento total registado em 2008.

