A Agência para a Energia (ADENE) disponibilizou online um simulador de eficiência energética, o “CasA+”. Este simulador permite aos utilizadores efectuar uma avaliação da sua residência em termos de eficiência energética e de impacto ecológico. Através do site “CasA+”, disponibilizado pela ADENE, é possível os utilizadores efectuarem uma avaliação da sua residência em termos de eficiência energética e de impacto ecológico, antes de a mesma ser inspeccionada por um perito. Além da avaliação, esta ferramenta sugere ainda algumas medidas para diminuir o impacto ecológico e aumentar a eficiência energética.
A Agência para a Energia (ADENE) disponibilizou online um simulador de eficiência energética, o “CasA+”. Este simulador permite aos utilizadores efectuar uma avaliação da sua residência em termos de eficiência energética e de impacto ecológico. Através do site “CasA+”, disponibilizado pela ADENE, é possível os utilizadores efectuarem uma avaliação da sua residência em termos de eficiência energética e de impacto ecológico, antes de a mesma ser inspeccionada por um perito. Além da avaliação, esta ferramenta sugere ainda algumas medidas para diminuir o impacto ecológico e aumentar a eficiência energética.
O prazo legal para o pagamento da segunda prestação do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) termina na próxima quarta-feira, dia 30 de Setembro. A Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) já enviou um e-mail informativo a 643 mil contribuintes, alertando-os para que efectuem o pagamento dentro do prazo legal previsto. Em comunicado, o Ministério das Finanças e da Administração Pública (MFAP) adianta que a DGCI está a enviar mensagens electrónicas aos contribuintes que devem efectuar o pagamento do IMI, avisando-os para que efectuem o pagamento da segunda prestação deste imposto dentro do prazo legal previsto, que termina no próximo dia 30 de Setembro. O envio de mensagens electrónicas informativas requer a prévia adesão dos contribuintes ao serviço de envio de e-mails, no Portal das Finanças. Para isso, depois de se autenticarem no site, os contribuintes deverão indicar o seu endereço de correio electrónico na função “dados pessoais” e autorizar a DGCI a enviar este tipo de informação. Os cidadãos poderão ainda solicitar o envio de mensagens SMS de alerta, bastando que indiquem o respectivo contacto e procedam à sua autenticação. Os contribuintes podem proceder ao pagamento do IMI em qualquer serviço de Finanças ou nos CTT. Têm ainda à sua disposição outras formas, nomeadamente as caixas Multibanco ou o home banking da Internet, utilizando a referência da nota de cobrança enviada previamente por via postal pela DGCI ou consultando-a no Portal das Finanças, através da opção “Consultar Imóveis”, “Nota de Cobrança” e “Detalhe Nota de Cobrança”.
O programa de apoio ao arrendamento “Porta 65 Jovem” recebeu 2.141 candidaturas durante o período de inscrições que decorreu entre os dias 7 e 22 de Setembro. A maioria dos candidatos é proveniente do município de Lisboa e do Porto e são cidadãos que vivem sozinhos. Segundo os dados do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), foram submetidas 2.141 candidaturas na 3.ª fase do programa “Porta 65 Jovem”. A maioria dos candidatos ao apoio são pessoas isoladas (1.178), seguindo-se os jovens casais (885) e os jovens em coabitação (78).Quanto às tipologias habitacionais, a maior parte dos processos refere-se a apartamentos T2, com 1.129 candidaturas, seguindo-se T1 com 801 , T3 com 113, T0 com 97 e T4 com uma candidatura. A distribuição geográfica dos candidatos abrange 184 municípios, sendo Lisboa o município com maior adesão, com 147 candidatos, ao qual se segue Porto (118), Vila Nova de Gaia (88), Sintra (80), Coimbra (74), Braga (70), Guimarães (54), Matosinhos (50), Leiria (49) e Maia (43). Do total de candidaturas, 378 localizam-se em áreas especiais, sendo 17 em áreas históricas, nove em áreas críticas de recuperação e reconversão urbanística e 352 em áreas beneficiárias de medidas de incentivo à recuperação acelerada de problemas de interioridade. O "Porta 65 Jovem" apoia o arrendamento de habitação para residência permanente a todos os jovens com idades entre os 18 e os 30 anos, atribuindo uma percentagem do valor da renda como subvenção mensal. As candidaturas ao programa são feitas pela Internet, através do portal do IHRU.
Foi publicado em Diário da República o Decreto-Lei n.º 222/2009, de 11 de Setembro, que estabelece regras para os contratos de seguros de vida associados ao crédito à habitação. O objectivo é proteger o consumidor de crédito à habitação na sua relação com a instituição de crédito e com a empresa de seguros. O diploma entra em vigor no dia 10 de Dezembro de 2009. Este Decreto-Lei “aplica-se aos contratos de seguro de vida cuja contratação tenha por objectivo o reforço de garantia dos contratos de crédito à habitação, quer resultem de uma imposição das instituições de crédito como condição necessária à celebração destes últimos contratos ou de uma opção do consumidor”. Em comunicado, o Governo adianta que se pretende “assegurar que não sejam impostos aos consumidores seguros de vida associados ao crédito à habitação com condições que vão além do que justifica a preocupação dos bancos em verem salvaguardada a satisfação dos seus créditos”, assegurando uma maior transparência no processo de formação desses contratos, uma maior adequação dos mesmos à finalidade de garantia do empréstimo e o reforço da informação ao consumidor. O diploma aprovado estabelece os novos deveres de informação pré-contratual e contratual para as instituições de crédito que pretendam associar a celebração de um contrato de seguro de vida ao crédito à habitação. Destaca-se o dever de “declarar que o consumidor tem o direito de optar pela contratação de seguro de vida junto da empresa de seguros da sua preferência ou de dar em garantia um ou mais seguros de vida de que já seja titular”; e o dever de “incluir o valor dos prémios de seguro entre os custos associados à subscrição do crédito à habitação, considerando-os no cálculo da respectiva Taxa Anual Efectiva”. O Decreto-Lei define ainda o conteúdo mínimo de um contrato de seguro de vida quando associado a um crédito à habitação, onde se destaca a regra de identidade entre o capital seguro e o montante em dívida à instituição de crédito. O diploma prevê assim “a actualização do capital seguro, em simultâneo, à do capital em dívida no crédito à habitação, devendo a empresa de seguros fazer reflectir essa actualização no cálculo do valor a pagar pelo consumidor”.
Arranca hoje o maior ponto de encontro do sector em Portugal, desta vez mais direccionado para a concretização de negócios. O Salão Imobiliário de Lisboa chama-se agora Salão Imobiliário de Portugal (SIL), mas mais que uma simples mudança de nome, o principal ponto de encontro do sector em Portugal tem agora novos objectivos. "Tradicionalmente as feiras deste género eram formas de evocação dos projectos, muito institucionais e pouco viradas para o negócio e achamos que estamos numa altura de realização de negócios, que isso é uma necessidade dos expositores", disse ao Diário Económico, Paulo Sousa, director desta edição do SIL. A feira está por isso focada na concretização de negócios - tanto entre empresas e o público em geral, como entre profissionais - mas sem colocar de parte a promoção dos projectos que as empresas fazem nos ‘stands'. Assim, para os profissionais haverá o ‘SIL Meeting Point', um evento onde as empresas portuguesas vão poder reunir com investidores de França, Marrocos, Inglaterra, Rússia, Suécia ou Holanda. E para o público em geral, haverá a iniciativa ‘vantagens exclusivas SIL', que na prática são um conjunto de ofertas e promoções apresentadas por algumas empresas, que recaem sobre os 250 mil imóveis para venda ou arrendamento neste evento e que apenas estarão disponíveis durante os quatro dias da feira. RE/MAX apresenta casas de luxo É um volte face à habitual estratégia do SIL. Em vez de recorrerem aos descontos, como aliás fizeram o ano passado, a RE/MAX decidiu este ano apresentar um novo produto. Chama-se ‘The RE/MAX Collection' e consiste num conjunto de 300 imóveis de luxo ou de qualidade superior, cujos preços estão acima dos 700 mil euros ou que reúnem critérios que os definem como sendo de luxo. "Acreditamos que o mercado está mais animado e por isso justifica-se lançarmos esta oferta de imóveis", disse ao Diário Económico, Manuel Alvarez, presidente da mediadora em Portugal. De acordo com o responsável, "os meses de Julho e Agosto foram mesmo muito bons. Em Julho crescemos 21% em comparação com o ano passado e em Agosto 30%, o que faz com que o primeiro semestre deste ano já seja melhor que o de 2008, que havia sido muito bom".
As taxas Euribor prolongaram hoje as quedas das últimas sessões e reforçaram mínimos históricos. As taxas que representam o custo dos empréstimos entre os bancos, reflectem a baixa taxa de juro de referência na Zona Euro e as expectativas de manutenção da mesma por parte do banco central. A Euribor a 3 meses recuou para 0,773%, a seis desceu para 1,04% e a 12 meses atingiu os 1,258%. As taxas de juro para empréstimos interbancários continuam a descer. Os decisores das políticas monetárias do Banco Central Europeu (BCE) sinalizaram, hoje, que tencionam manter as medidas de estímulo ainda durante o próximo ano, de forma a suportar a recuperação da economia. O BCE está a emprestar aos bancos tanto dinheiro quanto eles queiram, durante doze meses, à taxa de referência de 1%. O banco central disse no seu boletim mensal, emitido hoje, que os empréstimos “devem promover a extensão do crédito” na economia e “sustentar a sua recuperação”, que deverá ser “bastante assimétrica”.
A RE/MAX Portugal cresceu 21% em Julho e 30% em Agosto, quando comparados com os mesmos meses do ano passado. Até ao final do ano, aquela que já é a maior rede imobiliária do país, espera ter 240 Agências em funcionamento.
Mais de 50.000 pessoas passaram pela EXPOVAL em 2009.
Durante 4 dias estivemos em contacto directo com os nossos clientes e amigos.
A todos os que nos visitaram o nosso muito obrigado.
As Euribor, taxas que influenciam directamente a prestação da casa e o custo de financiamento das empresas, caíram hoje em todos os prazos. A taxa a seis meses, o principal indexante utilizado no crédito à habitação em Portugal, deslizou para 1,065%, valor muito próximo da actual taxa de juro de referência na zona euro, que está em 1%. No mesmo sentido, a Euribor a três meses, a mais usada nos empréstimos concedidos às empresas, diminuiu para 0,797%, um novo mínimo histórico. Já a Euribor a 12 meses, a maturidade mais longa, caiu para 1,283% na primeira sessão da semana. As taxas Euribor são fixadas diariamente pela Federação Europeia dos Bancos (FBE) e estão normalmente em sintonia com a evolução das taxas de juro praticadas pelo Banco Central Europeu (BCE).
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