O dia 15 de Setembro de 2008 marcou a história da mais recente crise financeira internacional, por se tratar do dia em que o Banco Lehman Brothers declarou falência.
Os problemas sucederam-se em diversos bancos norte-americanos e britânicos e, a 10 de Outubro, as taxas de juro interbancárias europeias, que estavam a subir, inverteram a tendência. Na altura, a Euribor a três meses situava-se nos 5,381% e a taxa a seis meses nos 5,431%.
A partir daí, a quase totalidade das economias mundiais entrou em recessão e os bancos centrais viram-se obrigados a descer, sistematicamente, as taxas de juro de referência, com a Reserva Federal dos Estados Unidos a tomar a decisão histórica de chegar aos 0%. Na Europa, o Banco de Inglaterra levou a sua taxa de referência nos 0,5% e o Banco Central Europeu chegou a 1%.
Um ano volvido, a taxa de juro de referência europeia a três meses situa-se em 0,720% e taxa a seis meses em 1,004%. As notícias não podiam ter sido melhores para as famílias com contratos de crédito à habitação, que viram as suas prestações de crédito à habitação caírem significativamente. Foram várias centenas de euros que ficaram nos bolsos dos cidadãos, dando-lhes uma folga que foi, em muitos casos, canalizada para o consumo.
Os problemas sucederam-se em diversos bancos norte-americanos e britânicos e, a 10 de Outubro, as taxas de juro interbancárias europeias, que estavam a subir, inverteram a tendência. Na altura, a Euribor a três meses situava-se nos 5,381% e a taxa a seis meses nos 5,431%.
A partir daí, a quase totalidade das economias mundiais entrou em recessão e os bancos centrais viram-se obrigados a descer, sistematicamente, as taxas de juro de referência, com a Reserva Federal dos Estados Unidos a tomar a decisão histórica de chegar aos 0%. Na Europa, o Banco de Inglaterra levou a sua taxa de referência nos 0,5% e o Banco Central Europeu chegou a 1%.
Um ano volvido, a taxa de juro de referência europeia a três meses situa-se em 0,720% e taxa a seis meses em 1,004%. As notícias não podiam ter sido melhores para as famílias com contratos de crédito à habitação, que viram as suas prestações de crédito à habitação caírem significativamente. Foram várias centenas de euros que ficaram nos bolsos dos cidadãos, dando-lhes uma folga que foi, em muitos casos, canalizada para o consumo.



