Mais um prémio para a RE/MAX

A RE/MAX ganhou mais um prémio - 1º Lugar no Great Place to Work, em Categoria de mais de 1.000 colaboradores.

É com grande orgulho que trabalhamos para estes dois prémios, Primeiro Prémio nas Melhores Empresas para Trabalhar em Portugal, e este novo Reconhecimento do Great Place to Work.

Estes dois Prémios são o Melhor Reconhecimento que uma organização pode ter dos seus colaboradores…

Obrigada a todos por acreditarem em nós.

RE/MAX - Marca de Excelência em 2010



Temos excelentes notícias! A RE/MAX voltou a ser distinguida como uma das marcas SUPERBRANDS!!!

Este ano, o estudo foi feito de uma maneira diferente. Até à data, ao responder às questões, os inquiridos tinham sempre nomes marcas que poderiam escolher. Por exemplo, "Com que marca mais se identifica?" - RE/MAX ou Coca-cola ou Vodafone, etc. Neste estudo as questões eram de resposta aberta, ou seja, os inquiridos escreviam o nome da marca que lhes "vinha à cabeça".

Para terem uma ideia, a nossa concorrente Century 21 ficou perto do 500º lugar, a ERA do 200º e a RE/MAX ficou em 8º lugar num ranking com marcas de todos os sectores. Ficamos perto de marcas como Vodafone, Nokia, PT, McDonald's, entre outras.

Estes resultados são excelentes e os melhores de sempre!!! Isto quer dizer que o nosso marketing está a funcionar, que o nosso posicionamento está a ser feito e que o serviço prestado está a deixar clientes satisfeitos. Um muito obrigada a todos os que contribuíram para que a marca RE/MAX seja uma Superbrand 2010.

A RE/MAX ESTARÁ PRESENTE NA 6ª EDIÇÃO DA IMOBITUR


A 6ª Edição da IMOBITUR terá início a 25 de Março, decorrendo até 28 do mesmo mês, na Exponor, no Porto. A feira de imobiliário do Noroeste da Península Ibérica conquistou já uma posição de referência neste mercado, recebendo cerca de 104.000 visitantes ao longo das suas cinco anteriores edições.

Actualmente a IMOBITUR é reconhecida como plataforma consolidada e privilegiada para a criação de novas oportunidades de negócio, quer com o cliente final, quer entre os parceiros de negócio. Entre 2005 e 2009 a feira foi responsável pela geração de um volume de negócios médio anual de 100 a 120 milhões de euros (incluindo os que são concluídos após o evento), perfazendo um volume total acumulado a rondar os 560 milhões de euros.

Resultados em Janeiro de 2010


A RE/MAX vende 3 casas por hora!

Nós vendemos uma casa por semana!


Estes foram os meus resultados em Janeiro de 2010:

1º Lugar em Volume de Negócios - RE/MAX Plus
9º Lugar em Volume de Negócios - Zona Norte (500 Agentes)
33º Lugar em Volume de Negócios - Nível Nacional (3 000 Agentes)


CONTACTE-NOS ! ! . .

PARA VENDER: 964 744 885

PARA COMPRAR: 966 371 080


O nosso SUCESSO é o SUCESSO dos nosso clientes ! ! . .

remax.pt com uma média de 800 mil visitas/mês


O site remax.pt ultrapassou o portal casa.sapo.pt em número de visitantes durante o mês de Janeiro. O site da RE/MAX é o que regista o maior número de visitas entre os sites de empresas de imobiliário em Portugal, segundo dados da Google, com uma evolução de 14% nos últimos três meses.

Em 2009, o site da RE/MAX registou um total de 8.536.495 visitas, 30% das quais de novos utilizadores que visualizaram mais de 53 mil milhões de páginas dentro do site, com um tempo médio de visita de oito minutos.

O site da RE/MAX www.remax.pt registou, pela primeira vez, um número de visitas superior ao portal casa.sapo.pt. Dos dias 5, 6 e 7 Janeiro de 2010, o site da maior imobiliária nacional registou mais de 15.000 visitas únicas do que o portal casa.sapo.pt.

Em Janeiro foram exibidas 5.338.975 páginas do site remax.pt e, no último ano, o site da imobiliária registou uma média de 800 mil visitas/mês que traduzem um incremento de 43% face ao ano de 2008. No total, de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2009, o endereço remax.pt recebeu 8.536.495 visitas, com um tempo médio de permanência no site superior a oito minutos e uma média de seis páginas por visita. Em 2009, cerca de 30% das visitas ao site da RE/MAX corresponderam a novos utilizadores.

O lançamento da campanha de Saldos RE/MAX 2010 em Janeiro incentivou a consulta ao site da marca, uma ferramenta utilizada para facilitar o acesso dos consumidores aos imóveis em promoção por região, tipologia ou preço.

“O site da RE/MAX é, cada vez mais, o nosso primeiro interlocutor com os nossos clientes”, refere Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal. “Todas as nossas campanhas promocionais, com impacto no valor dos imóveis, estão apresentadas no nosso site, onde é possível encontrar, de forma simples, a informação para pesquisa, seleccionável por tipo de imóvel, compra ou arrendamento, concelho ou preço mínimo e máximo.”

A RE/MAX detém uma rede de 213 agências e mais de 2.700 agentes associados. Todas as agências e agentes estão registados no site da marca onde é possível encontrar dados para contacto e informação sobre o percurso profissional e desempenho. O site fornece ainda informação detalhada sobre os 46.584 imóveis em venda ou arrendamento exclusivo na rede, com indicação dos imóveis em promoção, permitindo ainda visitas sem marcação prévia. Com o mais recente serviço no site RE/MAX – o “Click 2 Call” – os visitantes conseguem contactar de imediato, e de forma gratuita, o agente responsável pelo imóvel que procuram.

OUTLET RE/MAX


PARA QUEM TEM OLHO PARA O NEGÓCIO

De 5 a 31 de Março, mais um serviço exclusivo, o OUTLET RE/MAX, no qual poderá encontrar excelentes oportunidades de negócio!

CONTACTE-NOS ! ! . .

PARA VENDER: 964 744 885

PARA COMPRAR: 966 371 080

A RE/MAX na INTERNET

Em Janeiro de 2010 a página da RE/MAX (http://www.remax.pt/) foi mais visitada que a página casa.sapo.pt.

Sem dúvida que a nomeação "Melhor Empresa para Trabalhar" e os "Saldos RE/MAX" foram os catalizadores desta situação. 

Já era verdade que ninguém vende mais imóveis que a RE/MAX, agora,  também é verdade que ninguém dá mais visibilidade aos seus imóveis que a RE/MAX.

Colocar os imóveis para venda na RE/MAX é, cada vez mais, a melhor opcção.

Evidência e previsão

Tenho procurado tornar claro que a estratégia 3Ds - mais despesa, mais défice, mais dívida - é totalmente insustentável.



É uma evidência, ninguém discordará. E, em consequência, tenho vindo a prever que com o actual nível de dependência, o crescimento não bastará para assegurar o serviço da dívida, quanto mais para conseguir amortizá-la. Com soluções de continuidade, a nossa insustentabilidade financeira é, não só evidente, como previsível. Infelizmente, Portugal e Crise têm o seu quê de pleonasmo.



É neste contexto que se irá debater o PEC, Plano de Estabilidade e Crescimento. Um Plano que vai ter que partir desta evidência para contrariar esta previsão. Do seu optimismo vai depender o ambiente de negócios com que vamos operar para crescer. Da sua credibilidade vai resultar a estabilidade dos mercados externos de dívida de que dependemos. Conciliar, num plano, motivação interna para o crescimento, reduzindo em simultâneo a despesa, o défice e a dívida, só será possível com mudanças radicais.



Vejamos um exemplo concreto.



Portugal é considerado internacionalmente, justa ou injustamente, um dos países com maior rigidez laboral e garantismo nos direitos dos trabalhadores. Esta ideia está quantificada no relatório de competitividade do World Economic Fórum, que coloca Portugal em 103º lugar (em 133) ao nível da flexibilidade laboral e em 114º ao nível do custo de despedimento. Essa rigidez não impediu Portugal de terminar o ano com uma taxa de desemprego de 10,4% (acima da média e moda europeias), nem consegue esconder a baixa produtividade portuguesa, cerca de 71% da média de produtividade da UE, que, se for medida por hora trabalhada, passa para 64% (55,5% da média da Eurozona).



Com tantos direitos e tão maus resultados, seria expectável que sociedade civil e poderes públicos estivessem em pleno debate sobre reformas radicais que alterassem modelos e normas. Apostar em contratos a prazo? Flexibilizar despedimentos entre quadros superiores? Flexibilizar salários?

Mas não. Nem sindicatos nem confederações sentem vontade política, ou espaço social, para que este e outros temas prioritários assumam lugar na agenda.



Ora, talvez valha a pena reflectir sobre a empresa eleita como "A Melhor Empresa para Trabalhar em 2010", na iniciativa anual da Heidricks & Struggles e da Revista Exame. Porque a eleita foi a RE/MAX, uma empresa num sector em crise, que quase não paga salários, mas é pródiga em comissões, que não protege empregos, mas partilha resultados, que não garante trabalho, mas investe em formação e ‘know-how'.



Porque exemplos como este me levam a acreditar que um novo discurso pode contornar a evidência e pode alterar o previsível.
Artigo de António Ramalho

Prestações do crédito à habitação descem 2% na próxima revisão

As médias mensais das Euribor voltaram a descer, em Fevereiro. O que significa que quem tiver este indexante no crédito à habitação vai sentir um novo alívio nos encargos com a casa. Mas, depois das fortes reduções no último ano, a descida na prestação mensal é agora pouco expressiva.



Como a média da Euribor a seis meses desceu para 0,965% em Fevereiro, num empréstimo de 100 mil euros, a 30 anos, ao qual seja aplicado um "spread" de 0,7%, a prestação mensal ao banco vai registar uma diminuição de 2,04% na próxima revisão.



As famílias que têm como indexante esta Euribor, e um crédito nas condições acima descritas, deverão ser informadas este mês que a prestação vai fixar-se em 353,09 euros, menos 7,35 euros do que o valor pago actualmente. Não é muito, mas no final de seis meses representa menos 44 euros, e compara com os 590 euros pagos no final de 2008.

Bancos aumentam avaliações das casas em Janeiro

A avaliação bancária da habitação aumentou, em Janeiro, por parte dos bancos, uma evolução que se verificou quer em relação ao mês de Dezembro quer quando comparado com o mesmo período do ano passado.



De acordo com o INE, o valor médio de “avaliação bancária, realizada no âmbito da concessão de crédito à habitação, situou-se no mês de Janeiro de 2010, em 1189 euros por metro quadrado, o que correspondeu a uma variação em cadeia de 1,3% e a uma variação homóloga de 4,9%”.



No que respeita às regiões, apenas o Algarve registou uma descida de 0,5% da avaliação bancária, quando comparado com Janeiro de 2009. Mas apesar desta descida, esta região continua a ser a que tem valores médios mais elevados.



Esta evolução poderá sugerir que as restrições da banca para conceder crédito estão a aliviar, pelo menos no que respeita à avaliação bancária. Isto porque os “spreads” praticados no crédito à habitação têm em consideração o valor do empréstimo face ao valor da avaliação. E como a maioria das instituições só empresta até 80% da avaliação, a avaliação tem um papel determinante quer para o valor do empréstimo quer para a margem que os bancos cobram para financiarem a operação.

Malparado na habitação dá sinais de alívio

Incumprimento também recua nas empresas, mas o ritmo de concessão de empréstimos caiu para o valor mais baixo desde Janeiro de 2007.




O peso do crédito malparado no total de empréstimos à habitação caiu, pela primeira vez, em Dezembro do ano passado, desde que os efeitos da crise económica se fazem sentir. Os dados foram divulgados ontem pelo Banco de Portugal e mostram que a diminuição é ligeira. Mas este poderá ser o primeiro sinal de alívio para as famílias.



No final do ano passado, as famílias tinham 1,87 mil milhões de euros de prestações em atraso de empréstimos da casa - o equivalente a 1,7% do total de crédito concedido para este fim. O valor fica uma décima aquém do verificado em Novembro, o mês em que o peso do malparado, depois de subir consecutivamente desde Abril de 2008, tinha atingido o valor mais alto desde que há dados disponíveis: 1,8%. Sinal de melhoria é também o facto de o crédito concedido para a compra de casa ter crescido 5,1% em termos homólogos, o aumento mais alto desde Setembro de 2008.



Os empréstimos à habitação são o tipo de crédito onde o incumprimento é mais baixo e demora mais tempo a reflectir os efeitos da crise. Contudo, são também os primeiros a registar sinais de alívio, já que os consumidores dão prioridade ao pagamento da prestação da casa, sempre que têm dificuldades. Natália Nunes, coordenadora do Gabinete de Apoio ao Sobreendividado da Deco diz que o número de pedidos de ajuda ainda não reflecte os sinais de melhoria, mas explica que as famílias pedem apoio quando já têm vários pagamentos em falta.