Nova fase de candidaturas ao Programa Porta 65 – Jovem

Vai decorrer entre 21 de Setembro e 7 de Outubro a terceira fase de candidaturas ao Programa Porta 65 – Jovem, uma medida que pretende apoiar financeiramente o arrendamento para jovens entre os 18 e os 30 anos.

De acordo com o comunicado publicado no Portal da Habitação, para concorrerem a este programa de apoio, os candidatos devem ser titulares de um contrato de arrendamento celebrado no âmbito do Novo Regime de Arrendamento Urbano ou do regime transitório.

Não podem usufruir cumulativamente de subsídios ou de outra forma de apoio público à habitação e nenhum dos jovens do agregado pode ser proprietário ou arrendatário, para fins habitacionais, de outro prédio ou fracção habitacional.

Por último, nenhum dos jovens membros do agregado pode ser parente ou afim do senhorio.


Antes de formalizar o processo de candidatura, os interessados deverão confirmar se a morada de residência registada nas Finanças é a mesma da casa arrendada; devem ter a declaração de IRS relativa ao ano de 2009 entregue nas Finanças; ter senha de acesso para entrega de declarações electrónicas, obtida junto dos serviços da Direcção-Geral dos Impostos ou através do Portal das Finanças; e ter uma conta pessoal de correio electrónico.

Para mais informações sobre o Programa Porta 65 Jovem, podem dirigir-se às instalações do IRHU ou às Lojas Ponto JA do Instituto Português da Juventude, ou ligar para os números 21 732 15 00 ou 707 101 112.

Trabalhadores felizes são a chave para o sucesso da RE/MAX


 


Mais do que técnica, qualquer negócio precisa de atitude. Para a líder de mediação imobiliária em Portugal, as pessoas são fundamentais.

Naquela manhã de Setembro, os carros dos mediadores da RE/MAX foram substituídos por carros para correr na pista do Autódromo do Estoril. Ninguém ia angariar novos clientes, negociar vendas de casas ou agendar permutas de imóveis. Naquela manhã até se pode ter falado disso, mas o que juntou os 230 associados e o presidente da RE/MAX naquele recinto foi mais um pretexto para conviver, para estabelecer laços fortes entre todos os colaboradores. "Foi um dia de incentivo com os melhores comerciais de todas as agências. E cada um podia levar três acompanhantes" conta Manuel Alvarez, presidente da RE/MAX em Portugal, empresa que vai participar no Prémio Excelência no Trabalho - uma iniciativa da Heidrick & Struggles em parceira com o Económico e a ISCTE Business School.



Este dia de festa tinha razão de ser. O facto de a RE/MAX ter tido o melhor mês de Agosto de sempre é motivo de orgulho para todos e demonstra o empenho dos agentes. Este foi o mês em que facturaram 550 mil euros mais do que em Julho.



Para quem trabalha na RE/MAX a empresa é um pouco como a família. "Há a noção de partilha. E a verdade é que nos divertimos muito", garante o presidente que lembra outra iniciativa instituída: a de fazer uma viagem por ano. Em finais de Janeiro já foram ao Dubai e o destino já está escolhido para 2011 : Egipto.



É com este espírito de equipa e de parceira entre agências mas também com os concorrentes directos - a quem chamam parceiros de negócio - que se vende mais casas. "Ninguém está a olhar para o seu umbigo", diz Alvarez.


Fonte: Diário Económico


RE/MAX lidera a publicidade no Imobiliário

De acordo com os dados da MediaMonitor disponíveis na análise Atlas Imobiliário de Portugal, que o Grupo Marktest está a lançar, a RE/MAX é o maior anunciante do sector imobiliário.
Segundo os dados de monitorização de investimentos publicitários da MediaMonitor disponíveis na análise Atlas Imobiliário de Portugal, o sector de operações sobre imóveis foi responsável pela colocação de 1,2 milhões de inserções publicitárias ao longo do ano 2009.

Este volume correspondeu a um investimento total de 21 milhões de euros a preços de tabela.

O sector distribuiu estes montantes sobretudo pela televisão e a imprensa, que concentraram 92.0% do total. Ao outdoor coube 5.7% do volume global e à rádio 2.3%.

A Remax foi, em 2009, o maior anunciante do sector, responsável por 23.0% dos montantes que as operações sobre imóveis aplicaram nestes meios.

RE/MAX já tem 20% de cota de mercado

Este fim de semana decorreu a reunião geral da RE/MAX Portugal.

Este ano a reunião teve lugar no Centro de Congressos de Lisboa.

Estiveram presentes mais de 1.500 agentes vindos de todo o pais.

A grande noticia do dia doi dada pelo presidente da RE/MAX Portugal, Manuel Alvarez: A RE/MAX atingiu pela primeira vez, no primeiro semestre de 2010, 20% de cota de mercado.

Isso significa que em cada 100 casas vendidas 20 são vendidas com a mediação da RE/MAX.

É o resultado de 10 anos de muito trabalho.

Deixo aqui o meu agradecimento a todos os clientes que ao longo destes anos confiaram em nós.

Vamos continuar a  apostar em ideias inovadoras e em serviços de qualidade.

Sete pecados capitais de quem compra casa

Receber do banco o aval a um crédito à habitação é cada vez mais difícil. Por isso, os especialistas apontam os erros que se devem evitar.

Identificados pela Igreja Católica, os sete pecados capitais ganharam popularidade a partir do século XIV. Merecedores de condenação para os mais obstinados, os sete pecados são hoje mundialmente conhecidos como vícios que carecem de controlo. Directamente opostos às sete virtudes, integram a lista dos sete pecados: a vaidade, inveja, ira, preguiça, ganância, gula e luxúria.

O mercado de crédito à habitação também não escapa aos sete pecados capitais e o Diário Económico pediu a especialistas do mercado imobiliário que os enumerassem. Comprar quando o mais aconselhável é arrendar, não ser racional na decisão, não procurar o melhor negócio, optar por ofertas promocionais e pela carência de capital, recusar intermediários, não apresentar propostas ou comprar casa acima das suas possibilidades são erros que se pagam caro e durante várias décadas.

Os especialistas contactados pelo Diário Económico são unânimes ao considerarem que as lições da crise do ‘suprime' impedem "transgressões". "Comprar uma casa acima das possibilidades do comprador é hoje muito difícil, porque os bancos são mais exigentes na avaliação do risco dos clientes", frisa Luís Lima, presidente Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP). O resultado do aperto das condições de crédito resulta "em avaliações mais baixas, exigência de maiores garantias, custos totais associados ao crédito elevados e ‘spreads' incomportáveis", recorda Jorge Garcia, especialista em mercado imobiliário.

Um cenário que, segundo os especialistas, não deverá sofrer melhorias em breve. Apesar do número de transacções efectuadas em Julho e Agosto evidenciar uma ligeira retoma do mercado, em jeito de balanço, Luís Lima considera que o ano de 2010 deverá fechar em linha com os números de 2009, cerca de 150 mil transacções imobiliárias. "E dificilmente se recuperarão os níveis anteriores à crise, até porque mais de 80% dos portugueses já tem casa própria", salienta o presidente da Associação de Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária.

Para Jorge Garcia, do actual contexto sobressai a queda de um mito: "Actualmente, nem todo o património imobiliário valoriza". Tome nota e evite cair em tentação.

1 - Comprar ou arrendar casa?

A eterna questão no mercado imobiliário, mas à qual é estritamente essencial responder antes de tomar uma decisão, apelam os especialistas. São vários os prós e os contras para cada uma das opções. A "vaidade" de ter uma casa própria pode ser prejudicial, sobretudo, se o potencial comprador "não conseguir acautelar uma situação profissional estável, pelo menos, nos próximos cinco anos", diz Luís Lima, presidente da APEMIP. A incerteza e o medo de arriscar condicionam a tomada de decisões. Como recorda Jorge Garcia, especialista no mercado imobiliário, "arrendar é uma solução mais cara e não permite adaptações à casa". Há ainda que avaliar os benefícios de optar pelo arrendamento com a opção de compra incluída.

2 - Não ser racional

Aplicada à compra de casa, a inveja traduz-se num mandamento: "Esqueça a emoção e guie-se pela razão". "O valor emocional da casa é muitas vezes um travão à concretização do negócio", diz Luís Lima. Muitos vendedores já teriam concretizado o negócio se fossem racionais. E os compradores teriam mais sucesso se o primeiro critério fosse a avaliação à disponibilidade financeira. "Na decisão de compra, o primeiro factor de análise é a zona da futura casa, cujo peso no total dos critérios ascende a 40%", afirma o presidente da APEMIP. Para Jorge Garcia, actualmente "o mercado é vendedor", há muita oferta e as decisões não podem, nem devem ser precipitadas.

3 - Não apresentar propostas

Por muito que o potencial comprador se indigne com a proposta apresentada para a casa que lhe enche as medidas, a verdade é que o maior erro é "ficar quieto". Para Jorge Garcia, é essencial apresentar propostas de compra, abaixo do valor que está a ser pedido, mesmo "que pareçam descabidas ou com fortes probabilidades de insucesso". Isto porque, "desconhece-se até quanto o comprador está disponível a ceder". Ainda nesta matéria, os especialistas chamam a atenção para custos, como o condomínio e afins, que, quando não avaliados inicialmente, poderão "transformar-se em desagradáveis surpresas" e sentimentos "dispensáveis".

4 - Não procurar o melhor negócio

A aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço não ajuda. É essencial analisar, comparar e escolher a melhor opção, quer ao nível da casa, quer do crédito. O empréstimo à habitação é o contrato mais longo da vida de um cliente bancário, o que justifica que o potencial comprador passe dias ou meses numa busca incessante pela melhor proposta, quando, no futuro, passará anos vinculado à mesma. O mercado está inundado de casas e nos bancos multiplicam-se as ofertas. "O actual contexto mostra a queda do mito de que todas as habitações valorizam. No processo de escolha convém ter presente que a realidade mudou", diz Jorge Garcia.

5 - Recusar intermediários

Negociar directamente com o próprio ou recorrer a empresas de mediação imobiliária? Os especialistas são unânimes: mais de 50% das transacções são efectuadas através de mediadores. "Recorrer a aconselhamento profissional é essencial, sobretudo para uma maior percepção do valor da casa no mercado". E Luís Lima recorda: "O mediador licenciado tem maior poder negocial junto dos bancos". Isto significa que a ganância de ter benefícios ao negociar-se directamente com o vendedor, como uma ligeira redução do preço junto do vendedor, será colmatada por condições menos vantajosas obtidas junto da banca.

6 - Perseguição às ofertas promocionais

Como diz a gíria popular "ter mais olhos que barriga" não é vantajoso. Luís Lima, presidente da APEMIP, desaconselha as ofertas promocionais de crédito à habitação. "Se representarem um ganho até podem ser viáveis. Mas se, findo o período promocional, as condições representarem um agravamento no custo, então são totalmente desaconselháveis". Jorge Garcia recorda a "quase" inexistência de ‘spreads' promocionais e destaca que no negociar é que está o ganho. Já a opção pela carência de capital (pagar juros e amortizar o capital no final) é aconselhável apenas para quem prevê uma evolução profissional e financeira a médio e longo prazo.

7 - Não escolher uma casa à medida

A luxúria traduz-se no ‘namorar' uma casa acima das possibilidades ou necessidades do potencial comprador. E, apesar de ser o último dos pecados enumerados, a verdade é que foi, durante largas décadas, o mais comum. "Hoje isso já não acontece porque os bancos não o permitem", diz Luís Lima. Uma nova realidade que Jorge Garcia atesta. As maiores exigências da banca na concessão de empréstimo - reflectidas em cortes nas avaliações das casas, rácios de financiamento/garantia rigorosos, ‘spreads' elevados - são uma das lições da crise.

Fonte: Económico

Mercado sem casas suficientes para responder ao aumento da procura

O impacto da crise económica e a dificuldade em obter crédito bancário fez aumentar a procura de casas para alugar, mas do lado da oferta o mercado continua pouco dinâmico, dizem as empresas do sector imobiliário.


A falta de confiança dos proprietários e a carga fiscal pesada são, para o presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), as principais causas que explicam a falta de casas para arrendar.

"A procura aumentou, mas a oferta não, o problema é precisamente esse", afirmou Luís Lima, à agência Lusa, acrescentando que os preços teriam tendência para se manter, ou mesmo diminuir, caso a oferta acompanhasse a procura.

O responsável da APEMIP salientou que a procura não se deve a um maior dinamismo do mercado, mas é essencialmente "motivada pela dificuldade de comprar casa", e reforçou a necessidade de agilizar o despejo dos inquilinos incumpridores.

"Os proprietários não tem confiança no recebimento das rendas. Colocar um inquilino fora por incumprimento demora muito tempo. Isso faz com que não haja rendas a preços aceitáveis e haja poucas casas no mercado".

Luís Lima pede também mudanças na fiscalidade, referindo que, enquanto um fundo imobiliário paga 20 por cento de IRS, um particular que queira arrendar a casa "paga entre 25 a 35 por cento e tem ainda de pagar o IMI e o condomínio", além da incerteza de ficar sem receber a renda.

Ricardo Guimarães, director geral do Confidencial Imobiliário, é mais optimista, sublinhando que o arrendamento surge cada vez mais como alternativa à compra de casa própria, ainda que motivado pelo clima de crise económica.

Mas destaca duas fases distintas: se em 2009, houve um claro aumento das rendas devido à maior procura, desde a segunda metade desse ano e até ao segundo trimestre de 2010, a tendência é claramente diferente, apontando para uma descida no valor das rendas.

"Em Lisboa e no Porto, temos quatro trimestres consecutivos com as rendas a descer", adiantou o responsável desta empresa, que produz indicadores de análise do mercado baseando-se nos dados do portal imobiliário LardoceLar.com.

Lisboa, em termos homólogos, sofreu no segundo trimestre de 2010 uma descida de 1,8 por cento no valor das rendas, enquanto no Porto, a quebra foi ainda mais acentuada: 4,1 por cento face ao período homólogo, resultando de uma sucessão de quatro descidas em cadeia em termos trimestrais.

"A dinamização do mercado fez aumentar as rendas, mas com a oferta a crescer esta tendência acabou por ser contrariada", justificou Ricardo Guimarães.

Segundo os dados que o Instituto Nacional de Estatística hoje divulgou, a actualização dos preços das rendas deverá ser de 0,2 por cento, depois de um ano de congelamento, para 2011.

Luís Lima insiste no entanto que esse não é o maior problema: "O que era preciso era para o mercado a funcionar".
 
Fonte: Jornal de Negócios

DECO diz que comprar casa é melhor do que arrendar

A associação argumenta que as rendas elevadas fazem da compra de casa uma opção mais interessante no longo prazo.

Na última análise aos custos de compra e arrendamento de casa, realizado em 2007, a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO) revelou que a opção do arrendamento era mais barata. Contudo, três anos depois, o mercado imobiliário mudou, assim como as condições de crédito.

Por isso, diz a DECO, compensa comprar quando se tem poupanças ou uma boa relação com o banco. A recomendação das agências imobiliárias vai no mesmo sentido: "Neste momento, o valor da renda é superior ao da prestação do crédito" e "o preço das casas está mais baixo e pode fazer bons investimentos".

A DECO conclui então que ter casa própria é mais barato do que arrendar. Por exemplo, ao fim de 30 anos, quem comprou casa gastou quase menos 107 mil euros num crédito com taxa variável, e 70 mil euros num de taxa fixa.

Arrendar é mais caro, uma vez que, ao fim desse período, quem arrendou e rentabilizou a poupança inicial ficou com um rendimento de quase 186 mil euros, mas gastou mais 107 mil euros em habitação do que quem comprou e não tem imóvel.

Além disso, quem arrendou vai ter de continuar a arrendar ou então optar por comprar.

Vantagens de comprar

- Maior segurança, uma vez que terminado o contrato de crédito, há a garantia de que a casa passa para as mãos do comprador.

- Liberdade para fazer obras e ajustes.

- Opção de investimento: Se as taxas de rentabilidade forem atractivas, o comprador pode revender, mais tarde, a casa com ganhos face ao preço de compra e inflação, por exemplo.

Desvantagens de comprar

- Para quem por razões pessoais ou profissionais pode ter de mudar de área de residência, torna-se desaconselhável, pois pode tornar-se um fardo.

- Além das prestações ou do valor da casa, há despesas legais cm contratos, registos, hipoteca, comissões bancárias, impostos e seguros.

- Ao longo dos anos é preciso pagar cotas de condomínio, obras obrigatórias, impostos e juros de crédito à habitação.

Vantagens de arrendar

- Mobilidade: arrendar casa permite mudar de habitação com facilidade, devido à duração dos contratos e não é necessário esperar por bom negócio para vender.

- Opção mais interessante para quem está em início de carreira ou não tem rendimentos para comprar.

- É mais acessível para quem tem pouco dinheiro disponível. Só obriga a pagar rendas ou parte ou totalidade de obras, conforme o acordo com o senhorio.

Desvantagens de arrendar

- O inquilino pode ser convidado a sair pelo senhorio.

- Por mais rendas que se pague, o arrendatário nunca será proprietário do imóvel.

- As obras e ajustes estão condicionados pela autorização do senhorio.


*Fonte: Dinheiro e Direitos, Setembro/Outubro