RE/MAX volta a ser a melhor empresa para trabalhar em Portugal

A RE/MAX é a melhor empresa para trabalhar em Portugal em 2011. Segundo o estudo realizado pela revista “Exame”, os trabalhadores defendem que esta companhia do sector imobiliário se destaca da concorrência, consideram que a formação é uma forma de valorização na firma e orgulham-se da relação que mantêm com os clientes.

O grau de compromisso dos seus funcionários é de 87,60% e essa classificação levou-os à liderança. No entanto, a revista do grupo Impresa, com informações resultantes do estudo realizado em parceria com a consultora Accenture, relata que os colaboradores começam por pagar a sua própria formação e o combustível e nem têm salário-base, problemas que são desvalorizados perante a ideia de não terem “limites” para aquilo que podem vir a receber no trabalho.

Este é o segundo ano consecutivo em que a RE/MAX, empresa liderada por Beatriz Rubio (na foto) ocupa o lugar cimeiro desta lista, tendo ficado na segunda posição em 2009. Uma das razões apontadas para o sucesso é o facto de os trabalhadores verem o seu mérito reconhecido, já que foram entregues 680 prémios só no ano de 2010.

Atrás desta, aparece a empresa de mediação imobiliária Century 21, a que se segue a CH Business Consulting, firma que presta serviços de consultadoria empresarial. No primeiro lugar após o pódio figura uma firma que comercializa produtos da indústria da construção civil, a Hilti Portugal, que regista uma variação relevante face aos anos anteriores. Em 2010, tinha ficado em 10º lugar no grupo das médias empresas, e no ano anterior, ocupava a 11ª posição nas pequenas e médias empresas.

A Construlink fecha os primeiros cinco lugares. A organização dedicada a tecnologias da informação estava na lista anterior da "Exame" no 11º lugar das micro e pequenas empresas.

A SRS Advogados – Soc. Rebelo de Sousa & Adv. Ass, o Hotel Ritz Four Seasons Lisboa e a ActualSales, esta última de marketing e promoção online, são as 6ª, 7ª e 8ª melhores empresas para trabalhar no país. A fechar a tabela dos dez melhores classificados estão a Grenke Renting, de “renting” informático, e a consultora Leadership Business Consulting.

No conjunto das 100 melhores empresas para se ser funcionário em Portugal, a “Exame” revela que, tendo em conta o número de trabalhadores, 70% são pequenas e médias empresas e as restantes são de grande dimensão. Apenas 7% são firmas públicas e a grande maioria está localizada na Grande Lisboa (93%).

Este é o décimo ano seguido em que esta classificação é elaborada, e para a concretizar, foram distribuídos questionários anónimos de satisfação a todos os colaboradores das empresas que se candidataram à classificação, ao mesmo tempo que se solicitou informação sobre “as práticas globais de gestão de capital humano de cada organização participante”, como explica a metodologia do estudo.

Posteriormente, os jornalistas da publicação realizaram uma visita às companhias, em que falaram com os trabalhadores. Nestas três componentes, a classificação tinha de ser superior a 60% para se ser eleita como uma das melhores empresas para trabalhar em Portugal.

Fonte: Jornal de Negócios

RE/MAX ganha mais um prémio "Prémio Excelência no Trabalho"



A RE/MAX ganhou no sector Hotelaria, Imobiliária, Turismo e Lazer como grande empresa.

Se pensar bem, de certeza que conhece alguém a trabalhar para a RE/MAX. Não deve ser muito difícil. É que esta marca norte-americana já tem uma rede de 3300 colaboradores em todo o País entre quadros administrativos, franchisados e agentes, vulgo vendedores.

O ‘master franchise' em Portugal tem a sua sede no Beloura Office Center, concelho de Sintra, e a sua intenção é "estar mais próximo de todos os colaboradores e também a dar prémios, a distinguir os melhores", afirmam António Nunes, director de Operações e Belinda Loureiro, gestora de rede da RE/MAX.

Este é um modelo de ‘franchising' que funciona. Este ano a empresa vai facturar mais 30% que no ano passado. Mas "o capital humano é o mais valioso para uma empresa. A realização profissional não depende só daquilo que ganham mas também do bem-estar e do conhecimento que essas pessoas têm por parte das hierarquias", afirma António Nunes que é o grande dinamizador das inúmeras reuniões que são feitas pelo País. Todas estas reuniões têm formação, motivação e reconhecimento. E para motivar o director de operações explica que "utilizamos os melhores agentes da rede para que todos percebam que podem ter resultados surpreendentes." Este é o segredo da RE/MAX. E tal explica porque é que há cada vez mais pessoas a trabalhar na RE/MAX, a darem o passo como empresários a título individual. Aqui, não há salários ao final do mês. Só se ganha quando se faz um negócio. Mas todos têm a certeza que a comissão paga é a mais alta do mercado português. E isso compensa. Desde que se tenha perfil para a profissão e desde que se trabalhe todos os dias, muito, na relação com o cliente e em parceria dentro da rede RE/MAX, mas também fora.

O master não fala apenas com os chamados ‘brokers' (franchisados). Fala também com os agentes. E existe abertura para falar livremente com todos. A RE/MAX tem o seu próprio ADN que mais não é do que um conjunto de princípios e valores que todos têm de seguir para serem RE/MAX. Um ADN que identifica claramente os princípios positivos e negativos numa espécie de baralho de cartas. Para ler e reler sempre que é preciso reforçar o envolvimento à empresa.

A RE/MAX foi vencedora com um resultado de 77,11% no sector que representou 6% no universo do Prémio Excelência no Trabalho.

Fonte: Económico

RE/MAX vendeu mais 60% de casas no ano passado



O volume de negócios da mediadora imobiliária, em 2010, cresceu 25% e atingiu 1,8 mil milhões de euros.

A crise no imobiliário, em particular no mercado de compra e venda de casa, ainda não acabou, não afectou os resultados da RE/MAX. No ano passado, a mediadora de origem norte-americana, presente em Portugal há já dez anos, vendeu cerca de 20.500 casas, mais 60% que no ano anterior.

No total, a RE/MAX transaccionou 31.650 casas, das quais 65% foram vendas e 36% foram arrendamentos.

Para a presidente-executiva da RE/MAX Portugal, Beatriz Rubio, estes resultados explicam-se por uma alteração na estratégia da empresa. "A crise é superior a nós e, por isso, tivemos de fazer uma mudança na forma como trabalhávamos o mercado. Aprendemos a analisar financeiramente os clientes para ver exactamente quanto podiam investir e que casa podiam comprar", explica ao Diário Económico.

Fonte: Diário Económico

RE/MAX Plus 2010

Vale a pena optar pela exclusividade?

Entregar a mediação de um imóvel a apenas um agente imobiliário é encarado por muitos proprietários como pouco compensador, por considerarem que a opção limita os resultados e reduz as probabilidades de venda.

Uma ideia errada para muitas empresas do sector, que consideram – sem demérito para os contratos em regime aberto – a comercialização de imóveis com exclusividade como uma opção muito completa. Para quem oferece este serviço mas também para quem o procura, exclusividade significa maior segurança e eficácia na concretização do negócio.

«Muitas vezes o proprietário, infundadamente, pensa que ao anunciar em todas as agências o seu imóvel irá ter maiores resultados. A primeira atitude tomada por um agente responsável na comercialização de um imóvel em regime de exclusividade é apresentá-lo convenientemente aos seus parceiros de negócio (restantes agentes). Existirá apenas uma voz para o proprietário, mas difundida por muitas outras vozes a actuar no mercado», sustenta a consultora Aguirre Newman.

Optar pelo exclusivo «é sem dúvida vantajoso dada a existência de um só canal de comunicação entre a procura e o proprietário, e de um maior compromisso e dedicação do agente sobre a comercialização do imóvel. Neste regime é mais fácil definir uma estratégia de comercialização onde as acções de promoção do edifício são definidas em conjunto com o proprietário mas desenvolvidas na sua maioria pela consultora imobiliária, numa clara aposta por parte desta última na maior afectação dos seus recursos internos e na criação dos vários suportes de divulgação».

João Nuno Magalhães, director geral da CB Richard Ellis (Porto) e director de Agência Residencial, afirma: «Temos várias situações deste tipo e ainda outras em co-exclusividade. A maior parte dos promotores prefere escolher uma ou, no máximo, duas empresas para comercializar os seus empreendimentos e assim garantir dedicação exclusiva, maior envolvimento, maior informação para o cliente promotor, um relacionamento mais próximo e mais responsável por objectivos a atingir, entre outras».

«No caso dos empreendimentos consideramos que exclusividade é um factor determinante de sucesso. No caso do produto avulso achamos que pode existir mais do que uma empresa a colocar esse produto e, normalmente, as empresas mais próximas do produto em venda têm maior facilidade de colocação do mesmo», acrescenta.

E poderá este regime servir de “empurrão” à concretização do negócio? Para a Aguirre Newman, «quanto maiores forem as dificuldades económicas, deverá o trabalho do agente ser mais rigoroso e preciso, sendo a comercialização em regime de exclusividade um ponto de motivação relevante».

A opinião é partilhada pela CB Richard Ellis. «Consideramos que sim pelas seguintes razões: mais responsabilidades e dedicação por parte do agente que comercializa em exclusivo, e mais e melhor informação para o promotor que quase diariamente está informado de todas acções que se vão desenvolvendo para colocar o seu produto». Ao mesmo tempo, a «mediadora tem um conhecimento profundo do produto e do mercado, o que lhe permite direccionar as acções de comunicação para o público-alvo».

Fonte : Casa Sapo

Os sete erros fatais dos proprietários de imóveis

Os erros são dos proprietários de imóveis, mas revelam claramente as razões de ser dos profissionais do sector imobiliário e a sua prestação valiosa no processo de compra e venda de imóveis.

Conheça os erros e transforme-os em argumentos para ser o mediador escolhido.

Erro fatal nº. 1: Preço incorrecto

Qualquer proprietário, quer ganhar tanto dinheiro quanto possível, mas pedir um preço demasiado alto, geralmente custa mais que um preço demasiado baixo.

Uma superavaliação faz com que o imóvel demore mais tempo a ser vendido, logo acarreta mais custos. Quanto mais tempo o imóvel fica à venda, menor é o interesse dos compradores. Finalmente, estes imóveis acabarão por ser vendidos por valores abaixo dos preços de mercado.

Para evitar este erro, o mediador imobiliário tem aqui um papel fundamental, aconselhar o proprietário a aplicar o preço mais adequado ao mercado.

Erro fatal nº. 2: Falhar na apresentação do imóvel

Não preparar o imóvel para a visita dos possíveis compradores, não arrumar a casa, não retocar a pintura e o jardim, assusta e afasta os compradores.

O objectivo é ajudar o potencial comprador a imaginar-se com a sua família no novo imóvel a usufruir das suas melhores qualidades.

Um exemplo disso, é o caso dos vendedores de carros usados que só expõem os seus veículos quando estes se encontram devidamente limpos e reparados.

O mediador pode e deve aconselhar o proprietário, sugerindo as melhorias necessárias para que o imóvel revele todo o seu potencial.

Erro fatal nº. 3: Não pedir ajuda a um profissional

Normalmente quando estamos doentes vamos ao médico, quando precisamos de resolver problemas legais, vamos ao advogado. Mas alguns proprietários, quando pretendem vender um imóvel, um dos seus bens mais preciosos, não procuram a ajuda de um profissional. E porque não são profissionais do sector imobiliário, por vezes cometem erros. Não conhecem o mercado nem as burocracias inerentes à venda de imóveis e o resultado nem sempre é o melhor.

Erro fatal nº. 4: Não pré-seleccionar os compradores

No seguimento do erro anterior, a falta de um mediador no processo de venda de um imóvel, não se sente apenas no processo burocrático.

No processo de venda e para conseguir encontrar um comprador, o proprietário vai aceitar todos os interessados.

Sobre os interessados, o proprietário conhece pouco ou nada, não sabe quais são as preferências, quanto é que podem gastar, quanto estão dispostos a pagar, se têm capacidades para recorrer ao crédito habitação, ou se em caso de arrendamento, têm garantias para pagar todos os meses.

Perguntas como estas, são essenciais para seleccionar os potenciais compradores e apresentar o imóvel aos interessados que se adequam de facto ao perfil do imóvel, evitando assim que o imóvel se torne um local de procissão.

A selecção de compradores pode ser relativa, mas ninguém melhor e com mais experiência que os mediadores, para este trabalho.

Erro fatal nº. 5: Não conhecer os direitos e obrigações

A legislação imobiliária é extensa e complexa e os contratos de compra e venda são documentos legais. Um contrato mal escrito pode fazer com que a venda não se concretize, ou se atrasem os recebimentos.

Mais uma vez, recorrer a um mediador, é sem dúvida, a escolha mais acertada.

Erro fatal nº. 6: Envolver-se emocionalmente nas negociações

Negociar exige habilidade, treino e experiência. Por vezes o proprietário é mais habilidoso que o comprador, mas geralmente o comprador tem a vantagem de ter uma lista de casas que o interessam pelo preço justo, enquanto que o vendedor só tem uma para oferecer. O envolvimento directo do proprietário provoca emoções que prejudicam a habilidade de negociar e frequentemente acabam em maus acordos, constrangimentos ou perda irremediável do negócio.

Os propritários que tratam directamente da negociação, geralmente aceitam menores preços por medo de perder o negócio.

Erro fatal nº. 7: Limitação da venda e a exposição da propriedade

As duas únicas ferramentas de venda que o proprietário dispõe são as placas de “VENDE-SE” e anúncios classificados. No entanto estas duas ferramentas podem não ser suficientes. As placas são vistas por pessoas no caminho de casa, na vizinhança. Os anúncios classificados alcançam apenas as pessoas que estão a ler determinada página de determinado jornal naquele dia. Sobra a hipótese dos classificados online é certo, mas será que chega?

O mediador imobiliário tem os recursos para todos estes inconvenientes. Tem uma carteira de clientes com potencial interesse, tem uma gama de actividades de vendas adaptadas a cada caso, atende o telefone no horário laboral e está disponível ou tem mais facilidade em fazer uma visita durante o horário laboral e até ao fim-de-semana.

A venda de uma casa pode ser a transação financeira mais importante na vida de uma pessoa. O trabalho do mediador pode fazer desta transação, uma experiência satisfatória e rentável.

Fonte: http://blog.imoguia.com/5021-os-sete-erros-fatais-dos-proprietarios-de-imoveis